O Dia do Perdão por Ursula Le Guin


Edição/reimpressão: 2004

Páginas: 240
Editor: Editorial Presença


Resumo:
"Ursula K. Le Guin é uma genial criadora, hoje considerada uma verdadeira lenda viva, tal a sua importância para a ficção científica e o género fantástico. Entre as suas mais conhecidas criações estão inquestionavelmente a tetralogia Terramar. "O Dia do Perdão" é uma sequência de quatro contos ligados à epopeia da libertação de seres humanos. São histórias em torno de dois mundos, Werel, uma oligarquia esclavagista, e o seu satélite, Yeowe, onde mão-de-obra escrava trabalha incessantemente para os seus «donos» - assim se autodesignam - a fim de preencher todas as necessidades inerentes a um sistema económico desumano. O Ecuménio, imensa Liga Planetária, intervirá em sua ajuda. Mas uma vez abolida a escravatura neste sistema binário, outras formas de opressão permanecem por superar…"
Rating: 3,5/5


Comentário:
Existem algo de único na Ursula Le Guin, isto é, uma pessoa pode amar ou odiar os seus livros. Seria de imaginar que uma escritora a que estamos habituados mantém um certo nível de escrita, ou pelos menos um certo estilo, mas não, Le Guin não o faz. O seu livro "Lavinia" não pode ser comparado nem ao "Ciclo de Terramar", nem ao "Dia do Perdão". O "Tormento dos Céus" é também ele outro livro totalmente à parte. A ligá-los a todos há apenas uma linha com a qual se escreve o nome da autora. Quem lesse "O Dia do Perdão" ou "O Tormento dos Céus" não acreditaria que é da mesma autora de "Tão Longe de Sítio Nenhum", eu própria me surpreendo de cada vez que me atiro a um livro desta escritora.
O próximo dela na minha lista será ou o "Changing Planes" ou "A Mão Esquerda das Trevas", espero ser surpreendida... Mas isso já sei que vou ser...

Outras informações curiosas (que nada tem a ver com o livro em si):

Yom Kipur

É o dia do perdão - quando Deus perdoa a todo Israel. Durante esse dia, nada pode ser comido ou bebido, inclusive água. Não é permitido lavar a boca, escovar os dentes ou banhar o corpo. Somente o rosto e as mãos podem ser lavados pela manhã, antes das orações. Não se pode carregar nada, acender fogo, fumar, nem usar eletricidade. O jejum não é permitido para crianças menores de 9 anos, pessoas gravemente enfermas, mulheres grávidas e aquelas que deram a luz há menos de trinta dias.
Se uma pessoa enquanto estiver jejuando passar mal, a ponto de quase desmaiar, deve-se lhe dar comida até que se recupere. Se houver perigo de uma epidemia, e os médicos da cidade aconselharem que é necessário comer a fim de resistir à moléstia, exige-se que todos comam.
Existem outras proibições, além daquelas contra trabalhar, comer ou beber. As relações conjugais são proibidas, bem como o uso de perfumes e ungüentos, excepto para fins médicos. Além disso, sapatos e outras peças da indumentária feitas de couro não podem ser usadas no Yom Kipur, pois não se pode usar nenhum material para o qual seja necessário matar um animal.
Após o Yom Kipur, espera-se que haja festa e alegria, não perdendo de vista o fato de que o feriado é um dia santo de júbilo.
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