Opinião: Insurgent, de Veronica Roth

Insurgent
de Veronica Roth

Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 288
Editor: HarperCollins Publishers

Resumo:
 (Atenção este livro é o segundo de uma saga, o resumo poderá conter spoilers do volume anterior)
Uma escolha pode transformar-te - ou destruir-te. 
 Mas todas as escolhas tem a suas consequências e à medida que o descontentamento se instaura nas facções que a rodeiam, Tris Prior tem de continuar a tentar salvar a vida daqueles que ama, assim como a sua, enquanto se debate com questões de luto e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado com celebração e vitória com a facção da sua escolha, em vez disso, o dia terminou com horrores inexplicáveis. A guerra está no horizonte à medida que os confrontos entre as facções e as suas respectivas ideologias crescem. E em tempos de guerras, partidos serão tomados, segredos virão há superfície e as escolhas tornar-se-ão inegáveis e cada vez mais poderosas. Transformada pelas suas decisões mas também pelo seu luto e culpa, descobertas radicais e relações em mutação, Tris tem de abraçar a sua Divergência mesmo sem saber o que poderá perder ao fazê-lo.  (traduzido 'livremente' do inglês)

Rating: 3,5/5



Comentário: 
Depois de finalmente ter lido o primeiro volume desta série fiquei bastante curiosa para ler a sua continuação. Assim que a mesma foi lançada a 1 de Maio deste ano, fiz questão de deitar a mão a uma cópia do mesmo para pode continuar a seguir as aventuras de Tris. 
O livro começou bastante activo e com bastante informação sobre os Amity e um pouco mais de informação sobre os Divergentes e sobre as facções em geral. A aventura continuou emocionante e foi com grande entusiasmo que segui a Tris para todo o lado e me aborreci várias vezes com ela, por causa das coisas que ela teimava em fazer para saber a "verdade". Este livro inicia-se com uma citação do manifesto dos Candor, no qual eles dizem que "a verdade, tal como um animal enjaulado, quer-se libertar", esta frase é a base do livro e mostra-nos os limites que as pessoas estão dispostas a atingir para manter fechada ou recuperar a verdade.
O caminho para a verdade foi fascinante, houve capítulos intensos e momentos de choro profundo. Aviso que Veronica Roth sabe contar uma guerra e preparem-se para ver muitos caídos. Creio é que depois de tudo o que foi vivido, passado e ultrapassado e quando finalmente chegou a altura do ajuste de contas a verdade foi um pouco insípida. Não era nada que eu não conseguisse imaginar tirando um ou outro pequeno factor.
Acho que mais que desapontada fiquei chateada com a autora.  "O meu problema é ser Divergente", este foi o meu primeiro pensamento ao acabar de ler o segundo volume desta saga, por ter chegado tão perto do que ela tinha imaginado e pelo climax não ter tido correspondência.
Creio que este problema também se deve ao facto de maior parte das pessoas estar louca com o livro e ter dito tão bem do mesmo, creio que estava preparada para algo completamente inesperado! Isto ainda pode acontecer no terceiro volume visto o segundo acabar meio de repente depois da verdade ter vindo ao de cima. 
Assim sendo não perdi a minha esperança nesta autora! O livro tem um passo rápido e a história promete, apesar deste pequeno precalço! Apesar de ainda não ter título o terceiro volume é chamado pelos fãs da série de "Detergente" (uma mistura de Divergente com Insurgent) e a própria autora já entrou na brincadeira mostrando um printsvcreen do seu desktop com um ficheiro com esse nome.
Sem dúvida aconselhado a todos os que gostam de leituras distópicas!

4 leitores reagiram:

  1. você teria o livro em português para enviar?

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  2. Não, o livro ainda só está disponível em inglês :)

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  3. tem free four em português? onde encontro?

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  4. Olá que eu saiba o "Free Four" só está disponível em inglês. =/

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