Ghostgirl, Tonya Hurley

Ghostgirl (Ghostgirl, #1)Ghostgirl by Tonya Hurley
My rating: 2 of 5 stars

Em Portugal:

Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 336
Editor: Contraponto

I was expeticng more about this book, since I´ve been trying to read it for a few months. All the dynamic of the death and the ghosts were not really explored and create nothing than an empty world around it. Ok, it doesn´t talk about Charlotte family, but it could explore more what they present. Why is the professor dead? What are the other subjects they have been studying? How is the life of the rest of the ghosts, without being doing what they do when they were dead?

Even Damen and Petula don´t bring anything special to the story. The parts I liked more were that ones where we could see a development of Scarlett and even she was just pointed by her style and music taste. Her relationship with Damen had funny moments, and was the main reason why I kept reading it.

Even so, the sentences in the beginning of each chapter were pretty cool and I liked to read them.

Review: It's a Mall World After All


It's a Mall World After All
It's a Mall World After All by Janette Rallison

My rating: 3.5 of 5 stars

Páginas: 240
Editor: Walker Books

I picked up "It's a Mall World After All" because of the burble I have to admit that reading about a girl that worked in a mall (just like me!) and saw life at the mall like I did sounded like the type of book I would appreciate.
The first chapters of the book were page turners and I laughed like a five year old opening presents during Christmas. The book was everything I hoped for.
Unfortunately somewhere along the way she stopped talking about her thesis with mall based chapter titles and the mall became just a scenario for the Christmas party which sadden me a lot because it made this book like every other one in the chic-lit section.
The whole how to view the shopping experience was truly original and as a mall-worker myself I found it to be hilarious. Even so it was a funny book even if the story line is totally predictable. Like most of chic-lit you just know where the book is heading but the story is well written so you can actually appreciate the style.

Cidade das Cinzas de Cassandra Clare

City of Ashes (The Mortal Instruments, #2) Em Portugal:

 
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 360
Editor: Editorial Planeta



 by Cassandra Clare
My rating: 4 of 5 stars

Me and sequels (specially the second books have a special relationship). Saying that I mean the characters we learn to love do always the stupidest things ever and change forever the rest of the action, even if they correct them and have place to their happy ending. With this said, I have to tell you I actually could like this one, and feel these habitual senses in The City of Ashes. The world is the same and I love every minute there.
Now, the lowest points: I guess Cassandra Clare doesn´t have the ability to understand her own characters. Because the way the picture them in first book, sometimes create a parallel dimension with the actions done in this second one. I willing to know why in name of Raziel she gave that plot to Simon story, which is totally irrelevant to me. And I liked what Simon was and what in bring to the story: the “normality” and funny moments. Also, Clary doesn´t need another body-guard.
Second, Alec and [SPOILER]? I don’t buy it. I understand why she had to give another thing to develop the character not in Jace´s way, but came on? These two? Nothing in common. At least for now, and I like Alec and think he deserves the best.
Also, Jace´s story and his damaged path was so much heartbreaking and made me suffer until the end with him.
Let´s see what is waiting for my beloved characters in the next book.

Review: Fire Study


Fire Study
Fire Study by Maria V. Snyder

Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 432
Editor: Mira Books


My rating: 3 of 5 stars / 3.5 stars



~ Spoilers ~

I'm gonna miss you Yelena and that's the truth. You were a little stubborn this last book but at least you stayed true to yourself and that has to count for something. I'm really sad this series ended (I know there is the Glass Trilogy but still...) and I'm going to miss all the characters and their adventures. And Valek, I have to admit I have a soft spot for him. Alas, enough is enough and one has to know where and when to stop.
So in my sadness for leaving you all I bid you farewell and wish you all that's good and some kids. Yelena has to have a kid or two, I can only imagine Valek as one of those father who teaches their kids how to defend themselves before they can walk. It would be hilarious.

Vidro Demónio por Rachel Hawkins

Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 288
Editor: Edições Gailivro


Ao tentar ajudar uma colega de turma, os poderes de Sophie levam a melhor dela e a sua identidade de bruxa é desmascarada, é por esta razão que é enviada para Hex Hall, um reformatório para delinquentes Prodigium (bruxas, mutantes e fadas). Tudo parecia correr apesar do castigo mas isso foi antes de ela descobrir o segredo da família, e que a sua paixão escaldante, Archer Cross, é um agente de O Olho, um grupo determinado em eliminar todos os Prodigium da face da Terra. Afinal Sophie é um demónio, um de dois que existem no mundo sendo o outro seu pai. O pior é que os seus poderes ameaçam as vidas de todos aqueles que ela ama. É precisamente por isso que Sophie decide ir para Londres para a Remoção, um procedimento perigoso que irá destruir os seus poderes. Mas ao chegar Sophie faz uma descoberta terrível. Os seus novos amigos também são demónios, o que significa que alguém os anda a criar com planos para usar os seus poderes para o Mal. Entretanto O Olho está à caça de Sophie, e está a usar Archie para isso. E no meio de tudo isto Sophie ainda tem de lidar com os sentimentos que não deveria ter por Archie.

Rating: 4/5

 ~~~Spoilers nesta review de livros anteriores~~~
Opinião:

 Tenho de admitir que foi o facto de me ter apaixonado pela Sophie e pelas suas saídas sarcásticas em Hex Hall que me deu vontade de ler esta sequela. Sim, o primeiro livro acaba num cliffhanger mas eu conseguiria sobreviver imaginando o que aconteceria a seguir. Mas a Sophie cativou-me, as piadas dela são tão sinceras, tão naturais e tão actuais fazem com que seja muito fácil uma pessoa relacionar-se com ela e sentir-se quase sua amiga. Esta foi a razão pela qual continuei a ler.
A minha primeira crítica vai para a capa escolhida para esta sequela. Quem leu Hex Hall sabe que a capa do primeiro livro era em tons claros e tinha um lago onde a personagem se via reflectida, normal e bruxa. No estrangeiro esta capa é continuada ao longo da trilogia (podem ver aqui e aqui), temos sempre a componente do lago e o reflexo. Temos também um gato que ainda não percebi o porquê de lá estar visto Sophie ser alérgica a gatos e nenhum ainda ter aparecido na história, mas isso serão detalhes.
 Devo admitir que o livro começa um bocado parado e estive para desistir algures e dar todo o caso como encerrado até uma personagem em especifico voltar. A Sophie que parecia tão a dormir na sua vida como eu então acorda e começa a ser ela mesma de novo. A Sophie que eu conheço e a Sophie que eu amo! Isto vale por tudo! A partir daí o livro voou e mais uma vez a nossa cara autora deixa-nos com um cliffhanger no exacto instante em que o livro está verdadeiramente interessante! Desta vez no entanto a sequela, Spell Bound saí já dia 13 de Março, em inglês e vai ser uma correria da minha parte para ver se acho o e-book para fechar mais uma trilogia!
Recomendando sem dúvida para quem gosta de fantasia e aprecia uma heroína com sentido de humor!

O Encruzilhadas Literárias rendeu-se às evidências e portanto, tanto terá críticas e opiniões em português como em inglês. Satisfazemos todos e principalmente, a nós próprias. Boas leituras e deixem sugestões!

Sorrisos de Bombaim, de Jaume Sanllorente

 



Edição/reimpressão: 2010 
Páginas: 168
Editor: Sextante Editora,Lda
 
 
"Depois de conhecer um pequeno orfanato que se prepara para fechar as suas portas colocando quarenta crianças na rua e nos prostíbulos da cidade de Bombaim, Jaume Sanllorente toma a decisão que mudará o resto da sua vida. E, em consequência disso, mudará as vidas de muitas outras pessoas. O seu destino está agora inscrito nas paredes de Bombaim. Uma lição de amor, entrega, sacrifício e esperança que nos convida a percorrer o caminho para um mundo melhor."



Enganem-se os que lêem a sinopse deste livro. É tudo o que está lá escrito mas é muito mais e muito mais apaixonante. Mas primeiro, o porquê da sua escolha. Aqui há um mês, em conversa sobre projectos de voluntariado e de intervenção social, falaram-me deste livro. Quando começaram a referir a obra do seu autor, lembrei-me que já o conhecia, e mais!, já conhecia o seu trabalho. Tive a oportunidade de assistir a uma intervenção nas Conferências Anuais de Voluntariado da Galiza em Novembro e lembro-me que durante uma hora fiquei arrebatada a ouvir Jaume contar o seu projecto. A sua presença em palco e optimismo, a paixão e o arrebatamento que a sua apresentação causava fez-me desligar os phones de tradução e ouvi-lo falar na sua língua-mãe, no catalão, já que metade da sua mensagem perdia-se pela voz do tradutor.

Foi então com expectativa que comecei este livro e fiquei apaixonada. Não o julguem pelo tamanho diminuto ou por uma narrativa que pode soar ligeira ao inicio porque todo o seu seguimento marca, faz-nos parar e pensar, faz-nos meditar e avaliar o que afinal sabemos nós sobre uma realidade tão adversa como a Índia. E o que sabemos nós sobre dedicação ao próximo sem o fazer por caridade mas por inspiração, por missão.

Ao longo de cada página, Jaume tenta captar o leitor para a realidade e fazer-se passar invisível, mas felizmente para quem o lê, a sua humildade e amor à causa não passam despercebidos e ainda bem. Porque o que ele relata, todo o fantástico projecto dos Sorrisos de Bombaim a si se deve.

A índia não é fácil, pelo menos a que fica para lá dos postais turísticos, e ainda que ele a traga viva para os nossos olhos, fá-lo sempre com uma lição maior que ele e nós. Dei por mim muitas vezes a imaginar este homem com vinte e poucos anos a deparar-se com estas realidades adversas, com histórias de vida difíceis; e a compará-lo com a pessoa que vi comunicar há uns meses, questionando-me como é que era possível que aquela energia e optimismo se suplantassem a nove anos de uma índia burocrática e geralmente nada solidária. É um feito pessoal imenso, ao qual se juntam capacidades de um jornalista perspicaz, que nos leva numa direcção sem ser paternalista, discriminatório ou ofensivo, mas que obriga à reflexão interna de cada um.

Li-o numa tarde mas aconselho que o façam com mais tempo, já que a força da sua narrativa apela a uma leitura cuidada e a momentos de reflexão.

Adorei, e se pudesse o que sei hoje sobre todo o processo que ele desencadeou, acreditam que o meu entusiasmo com a sua presença na Corunha não poderia ser menor.