E-books ajudam livrarias tradicionais

Depois do BookRiot foi a a vez do jornal Público anunciar que agora as livrarias podem receber comissões com a venda de e-books. Como sabemos, a guerra dos livros físicos e dos livros eletrónicos é longa e todos os lados tem prós e contras, a esta guerra junta-se a guerra das vendas. A guerra das vendas também é longa e se de um dos lados temos as grandes superficies na qual a escolha é maior no outro lado, temos as livrarias de bairro onde ainda se pode sentir o aconchego das pequenas livrarias.
Agora para tornar a guerra mais cerrada, ou talvez menos cerrada, a Amazon vai vender kindles às livrarias a um preço especial o que as vai premitir lucrar com a venda dos e-readers. Além dos e-readers, e durante dois anos, as livrarias vão ficar com 10% do valor do livro como lucro das vendas que façam de e-books através da Amazon.
Algumas das livrarias tradicionais já falaram contra esta medida e dizem recusar-se a vender produtos da Amazon.
No fim de tudo Encruzilhados, creio que podemos dizer que vencer a batalha não é ganhar a guerra e que a guerra nas livrarias se adivinha longa.

Para lerem o artigo do Público cliquem aqui.
Para lerem o anúncio oficial da Amazon cliquem aqui.



Ki
(Catarina)
Sobre a autora:

Bibliófila assumida e escritora de domingo. Gosta de livros e tudo o que esteja relacionado com eles, tem a mania que tem opiniões sobre coisas e gosta de as expor no seu blog conjunto Encruzilhadas Literárias, tem também uma conta no GoodReads e é das melhores coisas que já lhe aconteceu.

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