Novidade: Half Bad – Entre o Bem e o Mal, de Sally Green

de Sally Green
Título Original: Half Bad – The Half Life Trilogy
Tradução: Catarina Gândara
Páginas: 320
Coleção: Via Láctea Nº 114

Data de Publicação: 5 Março 2014
ESTREIA MUNDIAL EM 42 PAÍSES NO DIA 5 DE MARÇO 2014

Fenómeno internacional mesmo antes de ser publicado
Direitos cinematográficos adquiridos pela Fox 2000
Um livro que poderá ser comparado a Os Jogos da Fome e à saga Twilight
Resumo:
Na Inglaterra dos nossos dias, bruxos e humanos vivem aparentemente integrados. Na realidade, os bruxos têm a sua própria sociedade secreta, as suas regras e a sua guerra, que divide os Bruxos Brancos, considerados «bons», e os Bruxos Negros, odiados e perseguidos pelos Brancos. O herói, Nathan, é filho de uma Bruxa Branca e de um Bruxo Negro e, portanto, considerado perigoso. Nathan é constantemente vigiado pelo Conselho dos Bruxos Brancos desde que nasceu e aos 16 anos é encarcerado e treinado para matar. Mas Nathan sabe que tem de fugir antes de completar 17 anos e a sua determinação é inabalável. Este é o romance de estreia de Sally Green e o primeiro volume de uma nova trilogia do género fantástico.

Sobre a Autora:
Sally Green vive no Noroeste de Inglaterra. Teve vários empregos, mas acabou por conseguir dedicar-se a tempo inteiro a escrever as histórias que, até então, só se passavam na sua imaginação. Gosta de ler, passear pelo campo e adora café. Half Bad – Entre o Bem e o Mal é o seu primeiro romance. Este livro tem despertado tanto interesse que, ainda antes da sua publicação, já conta com direitos de tradução vendidos para 42 países. Os direitos cinematográficos foram adquiridos pela Fox 2000.

Iniciativa HeArt Portugal

Boa noite Encruzilhados!

Hoje vimos apresentar-vos uma iniciativa levada a cabo pela Associação HeArt Portugal. Esta é uma associação relativamente recente que se dedica a fazer chegar a arte e a produção cultural a quem à partida não a consegue alcançar facilmente. Ultimamente têm organizado várias acções, em parcerias ou através do apoio de quem os segue e admira o seu trabalho, trabalhando de alguma forma com organizações de carácter social e solidário. Já tiveram bilhetes de teatro a serem oferecidos a organizações que lidam com crianças e jovens, apadrinhamento de mães adolescentes e filhos (através da oferta de um bilhete de cinema para elas e livros infantis para eles), e estes são apenas dois exemplos. No fundo, a HeArt cria a ponte entre a oferta e a procura, e consegue colocar sorrisos na cara de quem não os esperava conseguir tão cedo, através do constante apoio de terceiros.


Recentemente andaram numa recolha de livros que serão distribuídos por uma organização a anunciar em breve. Os padrinhos (ou neste caso as madrinhas) foram a editora Dinalivro e a Editorial Presença, que doaram alguns dos seus livros para o efeito. Gestos destes devem ser reconhecidos, mas mais que isso, o trabalho desta associação, à qual devemos continuar atentos!

Se quiserem saber mais, espreitem a sua página oficial no Facebook aqui.

Livros oferecidos pela Dinalivro:




Vencedora: Uma História de Amor Eterno, de Sebastian Cole

E que tal começar a semana da melhor forma, revelando os resultados de mais um passatempo com a Editorial Presença? Desta vez o livro em sorteio estava mais direccionado para quem gosta de romances (desculpem a redundância) românticos, e crê-se que a referência para os fãs de Nicholas Sparks não esteja lá por acaso ;) Aliás, mesmo sem sabermos ao certo como se irá desenrolar esta trama, um título como "Uma História de Amor Eterno" diz muito sobre o seu conteúdo!

Sem mais demoras, queremos dar os Parabéns à Rita Parauta de Poiares da Régua. Esperamos que goste e nos diga a sua opinião posteriormente! Aos restantes, vão aguardando porque esperamos ter novos passatempos para breve (e enquanto isso, participem no passatempo da Presença no Facebook). Uma semana de boas leituras para todos!

«Estas e outras novidades no site da Editorial Presença aqui»

Opinião: Austenlândia, de Shannon Hale





Austenlândia
de Shannon Hale

Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 184
Editora: Editorial Presença 

Resumo:

Jane Hayes é uma nova-iorquina de trinta e poucos anos que aparentemente não consegue ter sorte na sua vida amorosa. Não que isso pareça incomodá-la, já que nenhum homem poderá alguma vez sobrepor-se à sua obsessão secreta por Mr. Darcy, tal como foi encarnado por Colin Firth na adaptação da BBC de Orgulho e Preconceito. Quando uma tia-avó lhe deixa em testamento umas férias em Pembrook Park, um lugar que proporciona a admiradores de Jane Austen a oportunidade de viverem durante algumas semanas como se estivessem em 1816, os seus sonhos parecem bastante perto de se tornarem realidade. Mas conseguirá a ilusão estar também à altura das suas expectativas?


  
Rating: 3/5 

Opinião: Bem, esta será uma opinião difícil de fazer sem referir qualquer conteúdo do livro, pelo que deixo desde já o aviso que poderão encontrar algumas referências e spoilers, sem que com isso vos revele muito.
Tenho que começar por dizer que sou fã das estórias de Jane Austen desde que me cruzei com Orgulho e Preconceito aos 16 anos. A partir daí fui procurando saber mais sobre a autora, sobre as suas obras, sobre a sua vida pessoal, sobre o mundo em que ela se inseria. Já não sei com quantos filmes baseados em Jane Austen (documentários ou ficcionais) já me cruzei, e não me parece que este fascínio pela autora se perca entretanto. Ainda há uns tempos brinquei com a Catarina que não percebia como é que podia não gostar da tão chamada (continuo a detestar esta designação) chick-lit contemporânea, mas gostar da escrita no séc. XIX.
Dito isto, tenho que referir que não sou nem de perto nem de longe tão louca como a personagem deste livro, mas já lá vou. Não é então de estranhar que este livro me tenha despertado a atenção e estava na minha lista dos a-ler há bastante tempo. Quando soube que o mesmo iria ser editado pela Editorial Presença, e que ainda por cima um filme estaria a estrear brevemente nos cinemas, achei que tinha mesmo de o aquirir. Acho que por todos estes factores se calhar tinha expectativas demasiado elevadas para este livro, e não me assustei com o número reduzido de páginas, convencida de que a resolução deveria ser ideal (até porque o livro tem continuação).
Passando para o enredo, e tal como referi, a personagem principal atinge um nível de obsessão com o Mr. Darcy/ Colin Firth que não é lá muito saudável (e acreditem, eu também gosto de o ver a sair do lago, para além da restante prestação na série). No entanto, Jane é indubitavelmente simpática, desiludida com o amor e com as pessoas com quem travou relações no passado (e que diga-se de passagem, não eram realmente grande coisa), pelo que nos padecemos dela e começamos a fazer figas para que possa encontrar o seu sonho em Pembrook Park, onde a mesma julga ir livrar-se para sempre de um fantasma ao qual nunca irá aceder. Confuso? Nem tanto.
É realmente a estrutura deste local de férias secreto que me desiludiu um pouco. Sem querer dar pormenores, esperava mais afixionados do que profissionais, com alguma dose de entretenhimento com por parte de actores contratados (de modo a criar o ambiente envolvente) mas não ao ponto de tudo soar um bocadinho a farsa. Talvez por ter esta ligação afectiva a Jane Austen, tentei colocar-me no lugar de Jane e não sei se apreciaria nem dois dias da experiência na dita Austenlândia; o que por sua vez não deve ter facilitado que me entrosasse tanto na estória. Bem, isso e o facto de existir uma linha de previsibilidade que não me abondou do início ao fim e a ausência de um carisma mais assertivo entre o casal romântico.
Ainda assim, o livro tem outros tantos pontos positivos, que me levam a escrever esta opinião. Adorei a listagem dos relacionamentos anteiores de Jane, com a descrição de cada fim de relacionamento no início de cada capítulo (tornando mais evidentes os seus motivos para se encontrar numa situação tão abstracta como a que a encontra em Pembrook Park). Por outro lado, é um livro que se lê facilmente e que vai abordando ao longo da obra pequeninas coisas de outros livros de Jane Auste, provavelmente só perceptíveis por fãs da autora, mas que não nos impede de vibrar com isso.
Para além disso, a excentricidade de algumas personagens não deixa de ser hilariante, pela caricatura algo exagerada que lhes é feita, mas que se oferecem como um doce numa bandeja, facilitando a leitura.
Mais ainda, é um livro agradável de ler, que nos acompanha rapidamente, e que promete ser uma boa leitura para aliviar um dia stressante. Só tenho pena de alguma falta de acção (revendo o video do trailer, ele parece sem dúvida mais irreverente que todo o livro). Ainda assim, acho que vou espreitar o próximo: pode ser que seja melhor.



Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas e bookcrossing, a Cláudia ainda consegue estudar e fazer o seu mestrado enquanto lê nos transportes públicos. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado é tão fácil encontrá-la numa biblioteca como na Rota Jovem em Cascais. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

Opinião: Allegiant, de Veronica Roth




Allegiant
 de Veronica Roth

Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 526
Editora: HarperCollins Children's Book's 

Resumo:
The faction-based society that Tris Prior once believed in is shattered—fractured by violence and power struggles and scarred by loss and betrayal. So when offered a chance to explore the world past the limits she’s known, Tris is ready. Perhaps beyond the fence, she and Tobias will find a simple new life together, free from complicated lies, tangled loyalties, and painful memories.

But Tris’s new reality is even more alarming than the one she left behind. Old discoveries are quickly rendered meaningless. Explosive new truths change the hearts of those she loves. And once again, Tris must battle to comprehend the complexities of human nature—and of herself—while facing impossible choices about courage, allegiance, sacrifice, and love.

Told from a riveting dual perspective, Allegiant, by #1 New York Times best-selling author Veronica Roth, brings the Divergent series to a powerful conclusion while revealing the secrets of the dystopian world that has captivated millions of readers in Divergent and Insurgent.



 Rating: 4,25/5 

 
Opinião: Apesar de ainda não estar editado em Portugal, já existe a confirmação que Allegiant será lançado ainda este ano. Para os que aguardam ansiosamente saber o que está reservado para Tris, Tobias, Christina ou Caleb, acreditem que vale a pena estarem atentos e roer as unhas todas!

Nota de 12 de Março: Foi finalmente revelada a data de lançamento pela Porto Editora. Sai ainda este mês, dia 21, com o nome "Convergente!"



Após o fim tão apoteótico mas simultaneamente anti-climax (parece contraditório e assim o é) de Insurgente, confesso que estava com muito receio do seguimento da narrativa, especialmente depois da desconstrução de uma série de estruturas que descobrirmos ser diferentes ao esperado. Para além disso, a fasquia estava de tal forma elevada que contorná-la poderia ser um erro, mas vincá-la também não traria nada de novo que pudesse justificar o encerrar dos acontecimentos. Deste modo, acho que a autora não só se saiu lindamente como foi bastante inteligente na narrativa. Veronica Roth soube fugir das fragilidades da trilogia que compôs, evitar explorar caminhos que sabia não conseguir resolver e centrou-se em dar destaque às duas personagens mais atractivas para o público, sem esquecer as mudanças do envolvente.
A nova realidade é surpreendente e é inevitável que, tal como os personagens, nos vejamos a questionar sistematicamente o que é que mudará em seguida porque não há coração que aguente! Vamos questionar se sabemos tudo o que realmente se passa, e a verdade é que conseguimos ir apanhando todas as explicações. Fica apenas a falta a correcção de uma série de pontas soltas no fim do livro, mas podem sempre fazer uma lista e bombardear a autora com elas! Esse é talvez o único ponto que não me permite atribuir-lhe mais do que 4,25.
A dualidade de narrativas entre Tris e Tobias deixou-me plenamente feliz. De facto, embora estar na cabeça desta miúda teimosa e decidida que começa a crescer ao longo de Insurgente seja interessante, sempre senti perder muito do que se passava na cabeça do famoso Quatro, que sempre teve tendências para a introspecção. Desta forma, consegui compreendê-lo e conhecer um pouco mais sobre os seus dilemas pessoais, o que veio a confirmar que dentro do género, o Tobias é das minhas personagens masculinas preferidas. Sente, ama, tem medo, receia a humanidade e respeita o próximo. E é dotado de uma panóplia de valores que o tornam muito humano (e não uma representação filtrada pela cabeça de uma miúda).
Existe um grande spoiler que naturalmente não vou divulgar. No entanto, soube dele muito mais cedo porque infelizmente a Internet não se coibe tanto como eu de estragar as surpresas aos leitores, mesmo quando não andamos à procura de respostas. E se muitas pessoas desgotaram do encaminhamento que a autora fez, eu posso dizer que ainda que não concordando totalmente (acho que o resultado em questão até poderia ter acontecido, se as causas fossem diferentes. Assim foram meramente estúpidas porque soam a inevitáveis, o que explica em parte a revolta dos fãs) percebi o que ela quis dizer com essa narrativa. A verdade é que sendo um livro de young adult, por vezes é colocada em causa a capacidade de não criar apenas histórias bonitas ou com fins mais felizes. No entanto,Veronica deu-nos desde a primeira página de Divergente uma dose de "realidade" crua, onde as pessoas sentem, sofrem, evoluem, são traídas, descobrem novos horizontes e tentam reinventar-se para serem felizes. Nessa perspectiva, negar os acontecimentos do último livro soa-me a uma negação do mundo que nos é apresentado. Querendo ou não, esta é uma distopia, e como tal, não se espera um final plenamente feliz e cor de rosa. E com isto já disse muito!
Para finalizar, tenho de dizer que esta será certamente uma das minhas trilogias preferidas dentro do género e vou certamente relê-la no futuro!

Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas e bookcrossing, a Cláudia ainda consegue estudar e fazer o seu mestrado enquanto lê nos transportes públicos. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado é tão fácil encontrá-la numa biblioteca como na Rota Jovem em Cascais. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

Novidade: O Jogo de Ripper, de Isabel Allende




O Jogo de Ripper
de Isabel Allende
Págs.: 400
A 21 de fevereiro, chega às livrarias portuguesas O Jogo de Ripper, o novo e muitíssimo aguardado romance de Isabel Allende. A chilena é uma das escritoras mais populares do mundo, tendo já ultrapassado os 60 milhões de livros vendidos.
Autora de êxitos incontornáveis, como A casa dos espíritos, Eva Luna e Paula, Isabel Allende oferece aos leitores o primeiro policial da carreira. O sucessor de O Caderno de Maya é um romance surpreendente, narrado com a prosa única que deu fama a Isabel Allende.

Resumo:
Indiana e Amanda Jackson sempre se apoiaram uma à outra. No entanto, mãe e filha não poderiam ser mais diferentes. Indiana, uma bela terapeuta holística, valoriza a bondade e a liberdade de espírito. Há muito divorciada do pai de Amanda, resiste a comprometer-se em definitivo com qualquer um dos homens que a deseja: Alan, membro de uma família da elite de São Francisco, e Ryan, um enigmático ex-navy seal marcado pelos horrores da guerra.
Enquanto a mãe vê sempre o melhor nas pessoas, Amanda sente-se fascinada pelo lado obscuro da natureza humana. Brilhante e introvertida, a jovem é uma investigadora nata, viciada em livros policiais e em Ripper, um jogo de mistério online em que ela participa com outros adolescentes espalhados pelo mundo e com o avô, com quem mantém uma relação de estreita cumplicidade. Quando uma série de crimes ocorre em São Francisco, os membros de Ripper encontram terreno para saírem das investigações virtuais, descobrindo, bem antes da polícia, a existência de uma ligação entre os crimes. No momento em que Indiana desaparece, o caso torna-se pessoal, e Amanda tentará deslindar o mistério antes que seja demasiado tarde.
Primeiras páginas disponíveis aqui.

78,000 Livros Queimados

Após um panfleto que insultava a religião islaminca ter sido encontrado dentro de um livro da Biblioteca Histórica de Tripoli, extremistas islamitas pegaram fogo aos livros da mesma.

Fontes seguras dizem que 78,000 livros foram queimados. Entre eles estavam antigos textos de origem muçulmana e cristã únicos no mundo e que se encontram agora num estado irrecuperável.

A Biblioteca de Al-Saeh no bairro Serali foi incendiada após um gang local ter objectado contra um artigo que supostamente insultava o Profeta Maomé que se encontrava escondido numa das páginas de um dos livros da biblioteca.

 Os protestantes tinham originalmente marcado a biblioteca como alvo mas tinham desistido da mesma após vários pedidos de Sarrouj, o curador da biblioteca, aos líderes Muçulmanos.

Novidade: E Se... As Pessoas Fossem Como os Animais?

E Se... As Pessoas Fossem Como os Animais?, já à venda em todo o país, promete proporcionar momentos bem divertidos entre pais e filhos.


E se as Pessoas fossem como os Animais?
de Paul Moran
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 128
Editor: Booksmile
Sinopse
Sabias que as ratazanas comem as suas crias mais débeis para que sobrevivam apenas as mais saudáveis? Se os seres humanos fizessem o mesmo, era melhor teres cuidado e tratar de não aborrecer os teus pais! Mas nem tudo é assim tão mau. Há uma quantidade enorme de coisas incríveis que tu poderias fazer se fosses como os animais. Nas páginas do livro E Se... As Pessoas Fossem Como os Animais? irás descobrir muitas novidades sobre o comportamentos dos animais, desde os mais malucos, nojentos e assustadores aos mais úteis e inteligentes. Nem te passa pela cabeça!

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"Uma deslumbrante coleção de factos que vão manter as mentes mais curiosas a zumbir durante horas.” — Financial Times

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Sim, é verdade, o mundo animal está cheio de mistérios incríveis. Uns são nojentos, outros inacreditáveis!  «Deixa a tua imaginação voar e diverte-te a valer. Mas olha que este livro pode ser verdadeiramente assustador e repugnante. Prepara-te para o que lá vem…»

Convite: Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares

http://www.leyaonline.com/pt/livros/ciencias-sociais-e-humanas/filosofia/atlas-do-corpo-e-da-imaginacao/

Passatempo Editorial Presença: Uma História de Amor Eterno, de Sebastian Cole

Bom dia Encruzilhados!

Para começar bem esta aproximação ao fim-de-semana, trazemos mais um passatempo, desta vez com a colaboração da Editorial Presença. Entre 6 e 16 de Fevereiro vamos ter em sorteio um exemplar do livro "Uma História de Amor Eterno", de Sebastian Cole. Apresentado como uma recomendação de leitura para os fãs de Nicholas Sparks, este romance promete deixar muitos leitores a suspirarem. Boa sorte!

Noah Hartman é filho de uma família judia norte-americana, dona de um império empresarial. Cedo se habituou a aceitar a vontade paterna e sempre soube que no dia em que se apaixonasse, a sua escolha teria de passar pelo crivo da família. Mas Noah não se apaixona simplesmente, ele tem a imensa sorte de encontrar a sua alma gémea, Robin, uma mulher com uma alegria exuberante, fiel a si própria, que o faz ver ainda com maior intensidade a existência de fachada que tem sido obrigado a levar. Noah rebela-se contra o jugo familiar e escolhe crescer como ser humano e ser feliz ao lado de Robin. Mas será o facto de duas almas gémeas se encontrarem suficiente para que fiquem juntas para sempre?



Sebastian Cole formou-se na Brown University, nos Estados Unidos. Trabalhou dezanove anos na empresa da família até ao dia em que decidiu seguir os seus sonhos e tornar-se escritor. Uma História de Amor Eterno, o seu romance de estreia, foi distinguido com o Beverly Hills Book Award, recebeu o Bronze dos ForeWord Reviews Book of the Year Awards e foi finalista dos USA Best Book Awards e dos International Book Awards (sebastiancoleauthor.com).

 Regras do Passatempo

1) O passatempo decorre até às 23h59 do dia 16 de Fevereiro de 2014.
2) Todos os dados solicitados (incluindo Nick de Seguidor) devem ser devidamente preenchidos e completos.
3) Só serão aceites uma participação por pessoa e morada, em todo o território português (Portugal Continental e Ilhas).
4) O/A vencedor/a será sorteado de forma aleatória (random.org), sendo o resultado anunciado na página do blog e o contacto efectuado por e-mail.
5) O Encruzilhadas Literárias e a editora não se responsabilizam pelo extravio ou danos causados pelos CTT nas encomendas enviadas.

  «Estas e outras novidades no site da Editorial Presença aqui»

Opinião: Horas Distantes, de Kate Morton



Horas Distantes
de Kate Morton

Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 528
Editora: Porto Editora
 




Resumo: 
Tudo começa quando uma carta, perdida há mais de meio século, chega finalmente ao seu destino...
Evacuada de Londres, no início da II Guerra Mundial, a jovem Meredith Burchill é acolhida pela família Blythe no majestoso Castelo de Milderhurst. Aí, descobre o prazer dos livros e da fantasia, mas também os seus perigos.
Cinquenta anos depois, Edie procura decifrar os enigmas que envolvem a juventude da sua mãe e a sua relação com as excêntricas irmãs Blythe, que permaneceram no castelo desde então. Há muito isoladas do mundo, elas sofrem as consequências de terríveis acontecimentos que modificaram os seus destinos para sempre.
No interior do decadente castelo, Edie começa a deslindar o passado de Meredith. Mas há outros segredos escondidos nas paredes do edifício. A verdade do que realmente aconteceu nas horas distantes do Castelo de Milderhurst irá por fim ser revelada...

 Rating: 2,5/5 

Opinião: Este livro começa com uma premissa interessante que desperta a curiosidade dos potenciais leitores e tinha tudo para dar certo. Um mistério que começa numa carta, que condensa os acontecimentos de uma noite longínqua perdida no tempo e uma mulher um bocado perdida e com uma curiosidade aguçada, que não quererá deixar de conhecer a verdade.
Edie é uma personagem simpática. Trabalha numa editora, idolatra livros tanto como nós, procura as soluções para mistérios e tem o desejo profundo de conhecer a sua mãe e a sua história, ainda que esta se feche a sete-chaves. Estes elementos criam simpatia com a personagem e até nos fazem querer acompanhar o seu percurso. Gostava de ter mais elementos sobre ela e a sua vida pessoal, já que se a relação com o mundo exterior é bastante clara, a forma como ela lida com as suas teimas pessoais passa um bocado despercebido. A sua relação com a mãe começa de forma bastante restrita, atribulada, fechada e vai caminhando para um estado de redenção e entendimento que é enternecedor.
Por outro lado, a dualidade entre Presente e Passado está bem construída, facilita a entrada entre uma época e outra e fornece-nos em parte tudo o que precisamos para acompanhar a história. As irmãs Blythe são bastante peculiares, cada uma com uma linha de acção muito interessante, que nos faz pensar como é que terminam todas no ponto onde as encontramos ao iniciar a narrativa.
No entanto, não consegui ligar-me à construção do enredo, que se traduziu em um autêntico anti-climax. Na verdade, senti que andava para a frente e para trás ao longo de quinhentas páginas para chegar a um ponto crucial que, quando acontece, não causa quase impacto nenhum. Senti que o livro acabava algo repentinamente, com uma resolução rápida para terminar com uma construção sem fim. E que na realidade, não acontece realmente que justifique o tamanho do livro. Por esse mesmo motivo, esta é uma opinião muito curta e com poucas descrições. O livro não me marcou, não consegui sentir-me minimamente tocada por ele e se lhe atribui as 2,5 estrelas, é porque apesar de tudo gostei da composição e da estrutura do enredo, que só gostava de ter visto explorada de outra forma.


Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas e bookcrossing, a Cláudia ainda consegue estudar e fazer o seu mestrado enquanto lê nos transportes públicos. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado é tão fácil encontrá-la numa biblioteca como na Rota Jovem em Cascais. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

Vencedores: Passatempo de Aniversário


Boa noite Encruzilhados,

Estes resultados demoraram alguns dias a sair, mas não estavam esquecidos. Agradecemos desde já todas as participações, prometemos mais passatempos para breve e não se esqueçam que os dois vouchers do Pack Bónus poderão surgir em qualquer altura de 2014!

E sem mais demoras, os grandes vencedores são:

Pack 1 - "Tenho o Teu Número", de Sophie Kinsella (Quinta Essência) + Marcador de Livro - Clarinda [...] Cortes, de Cano

Pack 2 - "Todo o Meu Ser" (Civilização Editora) + Capa de Livro GenyC Artes - Joana [...] Ferreira, do Porto

Pack 3 - "A Caixa da Borboleta" - Santa Montefiore - Daniela [...] Maciel, de Viana do Castelo

Pack 4 - "The Point of Rescue" de Sophie Hannah + "The Red Queen de Margaret Drabble" - Augusto [...] Rodrigues, de Castanheira de Pera


 Mais uma vez parabéns a todos (e a nós também) e boas leituras!


Era uma vez um clássico

Numa era digital em que os ebooks tem cada vez mais peso não é difícil imaginar que podemos encontrar vários clássicos disponíveis na Internet. Sabiam no entanto que há muitos clássicos dos quais podem fazer download legalmente? 
Os downloads são legais porque que os direitos de autor dos livros já caducaram e nada tem de ser pago. Basta seguirem os links e terão acesso a mais de 80 grandes clássicos em inglês e em formato pdf.
Boas leituras!
  1. 1984 by George Orwell
  2. A Christmas Carol by Charles Dickens
  3. A Portrait of the Artist as a Young Man by James Joyce
  4. A Tale of Two Cities by Charles Dickens
  5. Aesop’s Fables by Aesop
  6. Agnes Grey by Anne Brontë
  7. Alice’s Adventures in Wonderland by Lewis Caroll
  8. Andersen’s Fairy Tales by Hans Christian Andersen
  9. Anne of Green Gables by Lucy Maud Montgomery
  10. Anna Karenina by Leo Tolstoy
  11. Around the World in 80 Days by Jules Verne
  12. Beyond Good and Evil by Friedrich Nietzsche
  13. Bleak House by Charles Dickens
  14. Crime and Punishment by Fyodor Dostoevsky
  15. David Copperfield by Charles Dickens
  16. Down and Out in Paris and London by George Orwell
  17. Dracula by Bram Stoker
  18. Dubliners by James Joyce
  19. Emma by Jane Austen
  20. Erewhon by Samuel Butler
  21. For the Term of His Natural Life by Marcus Clarke
  22. Frankenstein by Mary Shelley
  23. Great Expectations by Charles Dickens
  24. Grimms Fairy Tales by the brothers Grimm
  25. Gulliver’s Travels by Jonathan Swift
  26. Heart of Darkness by Joseph Conrad
  27. Jane Eyre by Charlotte Bronte
  28. Kidnapped by Robert Louis Stevenson
  29. Lady Chatterly’s Lover by D. H. Lawrence
  30. Les Miserables by Victor Hugo
  31. Little Women by Louisa May Alcott
  32. Madame Bovary by Gustave Flaubert
  33. Middlemarch by George Eliot
  34. Moby Dick by Herman Melville
  35. Northanger Abbey by Jane Austen
  36. Nostromo: A Tale of the Seaboard by Joseph Conrad
  37. Notes from the Underground by Fyodor Dostoevsky
  38. Of Human Bondage by W. Somerset Maugham
  39. Oliver Twist by Charles Dickens
  40. Paradise Lost by John Milton
  41. Persuasion by Jane Austen
  42. Pollyanna by Eleanor H. Porter
  43. Pride and Prejudice by Jane Austen
  44. Robinson Crusoe by Daniel Defoe
  45. Sense and Sensibility, by Jane Austen
  46. Sons and Lovers by D. H. Lawrence
  47. Swanns Way by Marcel Proust
  48. Tarzan of the Apes by Edgar Rice Burroughs
  49. Tender is the Night by F. Scott Fitzgerald
  50. Tess of the d’Urbervilles by Thomas Hardy
  51. The Adventures of Huckleberry Finn by Mark Twain
  52. The Adventures of Tom Sawyer by Mark Twain
  53. The Brothers Karamazov, by Fyodor Dostoevsky
  54. The Great Gatsby
  55. The Hound of the Baskervilles by Arthur Conan Doyle
  56. The Idiot by Fyodor Dostoevsky
  57. The Iliad by Homer
  58. The Island of Doctor Moreau by H. G. Wells
  59. The Jungle Book by Rudyard Kipling
  60. The Last of the Mohicans by James Fenimore Cooper
  61. The Legend of Sleepy Hollow by Washington Irving
  62. The Odyssey by Homer
  63. The Merry Adventures of Robin Hood by Howard Pyle
  64. The Metamorphosis by Franz Kafka
  65. The Picture of Dorian Gray by Oscar Wilde
  66. The Portrait of a Lady by Henry James
  67. The Prince by Nicolo Machiavelli
  68. The Scarlet Pimpernel by Baroness Orczy
  69. The Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde by Robert Louis Stevenson
  70. The Tales of Mother Goose by Charles Perrault
  71. The Thirty Nine Steps by John Buchan
  72. The Three Musketeers by Alexandre Duma
  73. The Time Machine by H. G. Wells
  74. The Trial by Franz Kafka
  75. The War of the Worlds by H. G. Wells
  76. Treasure Island by Robert Louis Stevenson
  77. Ulysses by James Joyce
  78. Utopia by Sir Thomas More
  79. Vanity Fair by William Makepeace Thackeray
  80. Within A Budding Grove by Marcel Proust
  81. Women In Love by D. H. Lawrence
  82. Wuthering Heights by Emily Brontë