Resultado Passatempo: Livros de Chocolate!

Olá Encruzilhados!
Pedimos desculpa pela demora mas com tanto chocolate para comer da Páscoa acabamos por nos perder entre livros e guloseimas. Páscoa doce vão ter também os sortudos que vão levar para casa estes fantásticos livrinhos. E sem mais demoras aqui ficam eles:
  • Ana Silva, de Oliveira de Azeméis que leva para casa o livro Crazy as Chocolate e nos quis deixar a seguinte mensagem: "Páscoa combina com chocolate, amêndoas de chocolate, livros de chocolate..."
  • Catarina Abreu, do Funchal que nos deixou a seguinte mensagem: "Boas Páscoas e obrigada pelo passatempo!"
Obrigada a todos para participarem e até ao próximo passatempo!

Novidade: Ever After High: Quem é Mais Rebelde do que Eu?, Shannon Hale

No outono passado, algo começou a agitar o previsível mundo dos contos clássicos. Os filhos adolescentes das mais famosas personagens começaram a reescrever os primeiros capítulos das suas próprias histórias. Apple White, a filha da Branca de Neve e a Raven Queen, a filha da Bruxa Má, vão decidir se querem seguir os passos dos seus pais ou se escolhem descobrir o seu próprio Final Feliz. 



Depois do sucesso mundial alcançado pela série Monster High, chegou então a Portugal a coleção Ever After High com o lançamento, em novembro de 2013, do 1.º volume das histórias que deixaram, de imediato, as jovens leitoras (11+) encantadas.



E, às livrarias nacionais, chegou agora o segundo volume: Ever After High: Quem é Mais Rebelde do que Eu?. Bestseller fora de portas, em Portugal a marca Ever After High vai “explodir” ainda mais em maio, com o início em força da série na televisão. As bonecas, essas, já espalham magia nas lojas deste o Natal.
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​SINOPSE

Espelho meu, espelho meu… Quem é mais rebelde do que eu? O Dia da Sucessão, o dia em que os alunos de Ever After High juram seguir as pisadas dos seus pais, já terminou, e todos andam numa azáfama! Raven Queen, a filha da Bruxa Má, pôs em risco todas as histórias.

Para Apple White, a filha da Branca de Neve, as escolhas de Raven podem querer dizer que ela nunca virá a comer a maçã envenenada ou que nunca irá governar um reino. Apple White é apoiada pela Realeza, constituída por aqueles que juraram ser fiéis à sua história e cumprir o destino que lhes foi traçado. Com Raven estão os Rebeldes, que querem libertar-se das amarras do destino e traçar o seu próprio caminho.

O que ninguém esperava era que Realeza e Rebeldes tivessem de pôr de lado as suas diferenças e juntar forças para conseguirem salvar Maddie, que no meio de todo o caos e rivalidades se viu num sarilho que pode acabar com todos os Felizes para Sempre.

Ever After High é o liceu onde estudam os filhos das personagens dos contos clássicos, e onde alunas como a Apple White, a filha da Branca de Neve e a Raven Queen, a filha da Bruxa Má, irão decidir se querem seguir os passos dos seus pais ou se escolhem descobrir o seu próprio Final Feliz. A mensagem para as meninas em todo o mundo é clara: o destino nunca está escrito a tinta permanente, pode ser reescrito quantas vezes quisermos. Só há uma decisão a tomar: És da Realeza ou És Rebelde?

Em Ever After High, os alunos ficam a saber que o futuro vai muito mais além do que o destino, pois o primeiro pode ser reescrito e o segundo não. Neste liceu, os alunos vivem os mesmos desafios, dramas e alegrias que todos os adolescentes, enquanto tentam encontrar o caminho certo para as suas vidas.

Opinião: Longbourn - Amor e Coragem, de Jo Baker

 

Longbourn - Amor e Coragem 
de Jo Baker

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 392
Editora: Editorial Presença 

Resumo:
Para todos os que admiram a obra de Jane Austen, esta é uma oportunidade única de revisitar o seu universo, mais concretamente o de Orgulho e Preconceito, mas numa perspetiva completamente nova. Jo Baker conseguiu a proeza de pegar num clássico e reimaginá-lo, com brilhantismo, a partir do ponto de vista dos criados. Enquanto no andar de cima tudo gira em torno das perspetivas de casamento das meninas Bennet, no andar de baixo os criados vivem os seus próprios dramas pessoais, as suas paixões e angústias. À semelhança da obra que a inspirou, também Longbourn é uma história de amor apaixonante e uma comédia social inteligente, que nos dá a conhecer o quotidiano daqueles que serviam nas mansões rurais inglesas do século XIX. Uma obra admirável, que capta na perfeição a atmosfera da Inglaterra de Jane Austen.
  
Rating: 4,5/5 

Opinião: Antes de mais, tenho de dizer o quão contente fiquei com esta nova aquisição. Adoro Jane Austen, e embora não seja uma purista e tenha estudado o seu percurso literário e as características do seu trabalho, é uma das minhas autoras preferidas, cujo universo visito de tempos a tempos (com muita regularidade, diga-se de passagem), e já vi séries, filmes e li livros inspirados nas obras dela. No entanto, desconfio um bocado quando surgem livros que são meros aproveitamentos do que a Austen escreveu em tempos, porque considero que existe uma apropriação indevida de personagens e que acabam por estragar o original, que acabou onde devia acabar (e ficar sempre aquém do esperado). O que significa que para ler um livro que não resulte de uma mera inspiração na obra mas da sua adaptação, teria sempre de ser algo extraordinário e Jo Baker acertou na mouche.
Quando li a sinopse, que não diz grande coisa diga-se de passagem, fiquei logo curiosa e tornou-se um livro que eu à partida já queria gostar, o que lhe colocou uma série de expectativas elevadas, que ele conseguiu igualar (e não desapontar-me).
Vou começar por falar desta capa, que eu adoro. É uma das minhas preferidas dos últimos meses, para além de representar o conteúdo do livro na perfeição. Dá destaque ao paralelismo entre o universo que conhecemos (mas que não será quase visível) e aquele do qual nunca ouvimos falar, mas que nos encara lá do canto, à espera de nos surpreender. Este é um dos pontos principais para mim, porque em momento algum nos defrauda. As personagens já nossas conhecidas em Orgulho e Preconceito estão lá, nunca abandonam a narrativa, mas não são o elemento principal, e portanto a sua realidade não é propriamente vivida neste livro. De vez em quando surgem algumas referências ao enredo de Jane Austen mas que servem apenas para nos situarmos na narrativa original, e para facilitar o entendimento e o posicionamento das nossas personagens quanto ao seu contexto. Gostei bastante dos pequenos excertos que antecederam cada capítulo, e que geralmente conduziam ao estado de espírito das personagens nas páginas seguintes, ou numa outra lógica, para mais uma contextualização alargada.
Para quem lá leu Orgulho e Preconceito (e acreditem, não precisam de o fazer para ler este livro que vale por si só, e continuam a perceber toda a narrativa, que funciona de forma independente da original), talvez sintam falta de algumas personagens, ou da visão que Jane Austen lhes atribuiu. Por vezes foi surpreendente ver algumas discrepâncias de carácter, especialmente um Mr. Bennet não tão irónico ou uma Lizzie não tão desconcertante como habitualmente, embora tenha captado a intenção de Jo Baker ao reforçar a perspectiva dos criados, e como tal, é a sua visão dos acontecimentos que está presente.
Também para quem já leu a obra, sabem que a família Bennet não era muito abonada, pelo que os poucos criados que viviam na casa, um casal e duas raparigas (com uma ligeira diferença de idades), mais tarde acompanhados por um novo membro, são os elementos que vivenciam ao rubro todas as alterações decorridas na propriedade de Longbourn. Desde despejar penicos (ou acuadoiros) numa casa com várias mulheres e diversos momentos de menstruações, a lavar baínhas com 20 centímetros de lama nos vestidos de Lizzie, a recorrer a sais especiais para despertar Mrs. Bennet dos seus momentos de fanico ou aquecer água bem cedo para puderem aquecer a casa dos seus patrões, todas as tarefas são apresentadas assim como a forma que cada elemento da equipa se posicionava perante as diversas situações.

Da parte dos Bennet, perdemos por momentos a realidade algo idílica que o livro nos promove, para sermos deparados por momentos desconcertantes, tais como uma empregada a elogiar o quão bonitas estavam as raparigas para um baile, e a referir a pilosidade das axilas de uma delas enquanto a veste, por exemplo. Embora não sendo comuns, despertam-nos para o que deveria ser a realidade de um romance, sob a perspectiva de um criado, que não vê somente as relações interpessoais mas as questões pragmáticas do quotidiano de uma ocupação profissional.
Relativamente às personagens em si, são todas deliciosas, à sua forma. Cada criado apresenta uma personalidade demarcada, com segredos que muitas vezes se entrecruzam com a realidade da família que os acolheu. Funcionando também como uma pequena família, as suas relações, tanto entre si como com elementos exteriores a propriedade e criados de outras casas tornam este livro bastante rico. E só a sua vida dava (e deu) um romance bastante bonito. Desde uma Polly sonhadora, ingénua e que é ainda bastante criança para trabalhar a sério, a uma Sarah que deseja mais do que a vida que tem, e pretende ir mais longe um dia, a um casal já acomodado, cujo futuro passa por servir os patrões até morrer (Mr. ans Mrs. Hill) e James Smith (eu sei, é irónico e fiquei com receio do que é que sairia daqui quando li o nome, mas não se preocupem), cheio de segredos e mistérios, e que só pretende trabalhar com calma...e longe das milícias. Este grupo de pessoas consegue preencher cada página e levar-nos a sonhar com eles, presenciando a realidade não tão bonita de um dos mais fantásticos romances de Austen, mas sem perder o elevo que nos faz apropriar-nos das personagens e torcer por elas. Contar mais é revelar spoilers, por isso deixo-vos apenas com um recado: não vão arrepender-se de ler este livro!
Jo Baker escreve lindamente, consegue articular o seu discurso com o de Jane Austen, embora escrito em pleno séc. XXI (e com a percepção de que a autora por detrás também pertence a essa época temporal), respeitando a obra original, adornando-lhe elementos que a complementam e, ainda que por vezes tenha fugido dela e tomado algumas liberdades criativas, no contexto são justificadas, e condizem com o que a autora nos promete. Encheu-me o coração, e fiquei curiosa para ler os restantes livros de Jo Baker.



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Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas, a Cláudia lê nos transportes públicos enquanto observa o Mundo pelo canto do olho. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado, é tão fácil encontrá-la envolvida num novo projeto como a tagarelar sobre tudo e mais alguma coisa. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

Opinião: Perto de Ti, Longe de Nada

 

Perto de Ti, Longe de Nada

de Sílvia Soares

Edição/reimpressão: 2014
Editora: Edição de Autor 

Resumo:

Recentemente divorciada, Julia procura afastar-se do passado e reencontrar a alegria num recomeço. Partindo numa viagem sem destino, conta as suas aventuras e desventuras no blogue da revista para a qual trabalha. Os seus seguidores, novas amizades e também Erika, a sua instável amiga e divertida chefe, acompanham-na.
O pintor invulgar e cativante é Jean-Pierre que vive pelo mundo, sem amarras. Talentoso e confiante, julgava já não procurar nada… até conhecê-la. Tudo o que ele queria era pintar o seu retrato…
Fabrizio, Enzo, Marillia, Gerardo, Adelline, Maria Rita e Matteo são algumas das personagens que farão parte desta viagem, entrando ainda em cena os recém-casados Sara e Valter, a personificação de que os opostos se atraem.
E tudo começa em Milão… Pelo caminho, Julia encontra muito mais do que esperava. Mas será que encontra o que realmente procurava?
Uma história sobre o amor, nas suas diferentes formas, sobre a busca interior da felicidade.
  
Rating: 3/5 

Opinião:  "Perto de Ti, Longe de Nada" é o 3º romance de Sílvia Soares, uma jovem autora que gosta de imputar as suas experiências pessoais e sonhos (porque não dizê-lo) nas obras que escreve.

Este livro foi gentilmente cedido pela autora Sílvia Soares, a quem agradecemos o gesto e a aposta no Encruzilhadas Literárias. Queremos continuar a divulgar novos autores portugueses e apoiar o seu sucesso! Para além disso, as mensagens a nós reservadas foram recebidas com muito carinho. Para saberem mais sobre a autora, podem clicar aqui.

Ainda não vi nenhuma opinião escrita sobre este livro o que me leva a pensar (sem egocentrismos) que talvez seja a primeira a vir a público para a blogosfera, o que me deixa um tanto ou quanto sensível à responsabilidade. Mas vamos lá.

Começo por dizer que adoro a fotografia da capa, e sabendo tratar-se da autoria da autora (e da sua importância no enredo), não posso deixar de ficar contente por poder ver a casa de hera, sem ter de forçar a imaginação para criar este edifício tão bonito.
Li este livro com uma relativa rapidez e interesse, não só porque o enredo me cativou, mas também devido à sua fácil leitura. No entanto, tive algumas reservas sobre a obra até ao fim, o que dificultou a definição da minha opinião sobre ele. Por outro lado, quando cheguei ao final e li as últimas linhas, todas as questões que poderia apresentar ao livro como pontos menos positivos acabaram por ser justificados, e com essa nova perspectiva, entendo o porquê de algumas escolhas da autora. No entanto, não poderei ser suficientemente clara sem revelar alguns spoilers, o que não pretendo fazer, pelo que a presente opinião poderá ser um pouco injusta, ainda não sei se para os leitores se para a Sílvia.
Este é sem dúvida um livro pessoal, não tanto devido às vivências das personagens que o compõem mas porque mesmo sem conhecer a autora, consegui vê-la em todas as páginas desta obra. Vemos as várias cidades, especialmente Milão pelos seus olhos, provamos pratos que chegaram até si e visualizamos edifícios e locais através, não de indicações de guias turísticos mas da sua vivência e percepção dos lugares.
A Sílvia diz várias vezes inspirar-se nas suas viagens, e esse factor ressalva-se em toda a obra, o que é sem dúvida uma vantagem para quem quer contextualizar-se. Por outro lado, acho que poderia ter sido melhor explorado nesta parte, porque embora tenha captado as experiências sensoriais das personagens, num sentido prático não conheci Milão, ou não vi Milão na grande maioria das vezes. Os hotéis, os cafés, as localidades retractadas poderiam ser em qualquer parte de Itália (salvo raras excepções referenciadas de monumentos, edifícios ou locais). A esse nível, destaco também o facto de por vezes achar que existiram pormenores colocados em grande relevo desnecessariamente, em detrimento desta outra perspectiva. Confesso que me custou um pouco habituar com essa lógica de saber sempre o que a personagem comia, vestia, os passos que dava no quarto enquanto se arrumava, etc, num excesso de descrições quotidianas um pouco desinteressantes.
Numa outra lógica, as cartas da Julia para os leitores não me pareceram muito...realistas? É suposto serem crónicas de viagem e dei por mim a ler desabafos a rondar a escrita de diário pessoal e intimista, que numa práctica comum não aconteceria segundo o modelo que carreira profissional em causa. Este foi um dos pontos que me fez mais confusão, mas mais uma vez, quando li as páginas finais do livro percebi a razão pela qual elas estavam escritas dessa forma.
Senti falta de mais trocas de emails com Erika, atendendo ao que nos é apresentado pela sinopse, e que eu gostaria que não fossem a repetição de pontos já descritos anteriormente mas uma adição complementar à narrativa.
Do ponto de vista de redação e construção linguística, a autora escreve bem, sabe bem ler a sua obra e terminei este livro muito rapidamente. Denotam-se os vastos anos de leituras e de escrita que decerto antecederam a aposta da Sílvia no outro lado do mundo literário. E na grande generalidade, dá prazer em ler. O texto flui, o estilo é muito contemporâneo e bastante articulado. Destaco apenas a necessidade de se trabalhar melhor os diálogos, um pouco forçados e repetitivos, que por vezes me fizeram torcer ligeiramente o nariz. Apóstrofes em excesso e alguns pleonasmos que não acrescentaram muito ao livro. Deste modo, e apesar da revisão cuidada da autora, que é bastante visível, aconselhava nesta fase de melhoria a procurar um grupo de leitores-beta, que com um outro olhar poderiam fazer brilhar ainda mais a obra da autora e corrigir estas pequenas bengalas de construção.
Quanto ao enredo, é uma estória doce, daquelas que nos embalam e que soube bem ler no comboio, onde podia fechar os olhos e imaginar-me também num movimento mais prolongado, a partir para longe. A ideia de viajar e de conhecer pessoas interessantes pelo caminho não é mais do que uma possível realidade que muitos vivenciam, e foi apresentada com uma naturalidade extrema, resultando numa mistura de nacionalidades e personalidades. Gostei de ver as suas relações e a perpetuação da amizade imediata e rápida, tão típica nesta modalidade de encontros e desencontros, que por vezes se desfaz mas que compõe a melhor lembrança para tempos inesquecíveis.
Julia é uma mulher que facilmente se relaciona com todos, cujas relações interpessoais estão novamente a ser trabalhadas e aperfeiçoadas, beneficiando da aproximação de pessoas afáveis e com uma bagagem de vida para explorar em conjunto. É divertida quando se vira para o mundo exterior e sente-se a evolução da personagem ao longo das páginas, à medida que vai saindo de um casulo de mágoa para as primeiras tentativas da redenção pessoal. A sua relação com Jean-Pierre é simultâneamente previsível contraditória, seguindo desfechos que podem parecer cliché, mas que no minuto final se revelam algo diferente. Gostava de ter sabido o desfecho da história de Maria Rita e Matteo (até porque adorei os pais desta rapariga), assim como mais alguma informação destas personagens com as quais a personagem principal se cruza, ultrapassando a lógica de adição à trama para realmente fazerem parte dela. De qualquer forma, ninguém me tira da cabeça que com ou sem namorada, o Fabrizio tinha era uma paixoneta pela Julia!
Para finalizar, fiquei surpreendida com o último capítulo e com a carta final, que me deixaram com a sensação de ter juntado novamente as peças, mas também de algum sentimento agridoce que, e agora pensando em retrospectiva, era inevitável.
Estarei atenta às futuras obras desta autora cheia de potencial, a quem desejo o maior dos sucessos!

Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas e bookcrossing, a Cláudia ainda consegue estudar e fazer o seu mestrado enquanto lê nos transportes públicos. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado é tão fácil encontrá-la numa biblioteca como na Rota Jovem em Cascais. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

Resultado Passatempo: Perto de Ti, Longe de Nada

Boa tarde Encruzilhados!

Já aproveitaram o fim de semana alongado para pôr as leituras em dia? Que tal esses ovos de chocolate?

Hoje um de vocês foi para casa com mais um fantástico prémio, desta vez foi a Joana Almeida de Romariz a fantástica vencedora do passatempo Perto de Ti, Longe de Nada de Sílvia Soares.

A todos os outros participantes relembramos que o nosso passatempo "Livros de Chocolates" acaba dia 24 de Abril!

Passatempo: Livros de Chocolate

Olá Encruzilhados,

Para celebrar a Páscoa temos um passatempo especial preparado para vocês. Temos para oferecer os livros Crazy as Chocolate de Elisabeth Hyde (Edição de Bolso) e The Ringmaster's Daughter de Jostein Gaarder a dois sortudos ou sortudas. Ambos os livros vieram da loja de caridade Shelter que providencia alojamento para Sem Abrigo.
E que tem de fazer para ganhar estes fantásticos livros, perguntam vocês Encruzilhados? Ora bem terão de ser mais doces que o chocolate e responder a perguntas sobre a Páscoa!

Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorre até às 23h59 do dia 24 de Abril de 2014.
2) Todos os dados solicitados (incluindo Nick de Seguidor) devem ser devidamente preenchidos e completos.
3) Só serão aceites uma participação por pessoa e morada, em todo o território português (Portugal Continental e Ilhas).
4) O/A vencedor/a será sorteado de forma aleatória (random.org), sendo o resultado anunciado na página do blog e o contacto efectuado por e-mail.
5) O Encruzilhadas Literárias não se responsabiliza pelo extravio ou danos causados pelos CTT nas encomendas enviadas.


Vencedora: A Lei do Deserto, de Wilbur Smith

Boa noite Encruzilhados,

Desta vez fomos rápidas a averiguar as respostas de todos e a tratar do sorteio. Deviam estar mais atentos às regras do passatempo e às respostas de escolha múltipla...por vezes podem ter rasteiras ;)
Após análise dos vossas participações, e já tendo enviado livros para todo o país, desta vez ficamo-nos por Lisboa. Muitos parabéns Inês Raimundo, esperamos que "A Lei do Deserto" seja um livro proporcional a uma óptima leitura!


 

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Aos restantes, lembramos que ainda está a decorrer até dia 17 um passatempo em parceria com a autora Sílvia Soares, em que podem habilitar-se a ganhar o seu mais recente romance "Perto de Ti, Longe de Nada.

A culpa não é destes livros - para os os fãs de John Green : até -20%

http://www.leyaonline.com/pt/promocoes/promocao/para-os-fas-de-john-green/?cat=1
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Passatempo: Perto de Ti, Longe de Nada

Bom dia!

Para vos alegrar a semana, trazemo-vos mais uma surpresa! É sempre bom quando os novos autores nacionais nos contactam e tentam, naturalmente, fazer a sua obra chegar a mais leitores.

Neste caso foi a Sílvia Soares, que aos 29 anos acaba de lançar o seu terceiro livro, "Perto de Ti, Longe do Nada". A autora, para além de colocar um exemplar do livro à disposição do Blog de  forma bastante simpática (poderão ler a opinião da Cláudia ainda esta semana) decidiu presentear-vos com um exemplar. Só têm de cumprir com as regras do costume e habilitarem-se a ganhar este livro!

Entretanto, passem também pelo site da autora para conhecerem os seus trabalhos anteriores. Boa sorte a todos!

Perto de Ti, Longe de Nada
de Sílvia Soares

Resumo: 
Recentemente divorciada, Julia procura afastar-se do passado e reencontrar a alegria num recomeço. Partindo numa viagem sem destino, conta as suas aventuras e desventuras no blogue da revista para a qual trabalha. Os seus seguidores, novas amizades e também Erika, a sua instável amiga e divertida chefe, acompanham-na.
O pintor invulgar e cativante é Jean-Pierre que vive pelo mundo, sem amarras. Talentoso e confiante, julgava já não procurar nada… até conhecê-la. Tudo o que ele queria era pintar o seu retrato…
Fabrizio, Enzo, Marillia, Gerardo, Adelline, Maria Rita e Matteo são algumas das personagens que farão parte desta viagem, entrando ainda em cena os recém-casados Sara e Valter, a personificação de que os opostos se atraem.
E tudo começa em Milão… Pelo caminho, Julia encontra muito mais do que esperava. Mas será que encontra o que realmente procurava?
Uma história sobre o amor, nas suas diferentes formas, sobre a busca interior da felicidade.




 Regras do passatempo
1) O passatempo decorre até às 23h59 do dia 17 de Abril de 2014.
2) Todos os dados solicitados (incluindo Nick de Seguidor) devem ser devidamente preenchidos e completos.
3) Só serão aceites uma participação por pessoa e morada, em todo o território português (Portugal Continental e Ilhas).
4) O/A vencedor/a será sorteado de forma aleatória (random.org), sendo o resultado anunciado na página do blog e o contacto efectuado por e-mail.
5) O Encruzilhadas Literárias e a autora não se responsabilizam pelo extravio ou danos causados pelos CTT nas encomendas enviadas.

Novidade: Eu bué cómico, de James Patterson


“Nobel? Nah. Deixo isso para os outros, quero é pôr os miúdos a ler.” Esta frase, título da entrevista realizada pelo jornal i a James Patterson, explica na perfeição qual o objetivo de vida do autor americano, considerado o mais bem-sucedido da última década!

Conseguir com que os miúdos ganhem o gosto pela leitura é «mais difícil do que ganhar um nobel», acredita Patterson. Mas, a verdade é que os seus livros, destinados ao público infantojuvenil, têm seguido exatamente as mesmas pisadas do que os livros para adultos e jovens adultos: líderes no top de vendas.

Foi com a coleção Escola: Os Piores Anos da Minha Vida, também publicada em Portugal pela Booksmile, que James Patterson se iniciou no fantástico mundo da escrita para o público mais difícil de conquistar.

Agora, depois dos quatro volumes da série Escola, e do primeiro volume da coleção Eu Cómico (I Funny), chega a Portugal a segunda aventura de Jamie Grimm, o rapaz que, preso numa cadeira de rodas, continua em busca do seu sonho: fazer stand-up comedy e vencer o concurso de «O Miúdo Mais Cómico do Mundo». 

Eu Bué Cómico já está à venda em todo o país. «Anda, leva o livro contigo. Vais rebolar no chão de tanto rir!». A Booksmile disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

 
 SINOPSE

Olá! Eu sou o Jamie Grimm e faço piadas bué cómicas — sentado na minha cadeira de rodas! Sei que adoraste ler as minhas aventuras quando tentei conquistar um lugar no concurso «O Miúdo Mais Cómico do Planeta». Agora a missão é vencer uns miúdos hilariantes para conseguir ir a Hollywood ganhar o prémio final.

E todos estarão lá para me apoiar: os meus melhores amigos, os meus tios maldispostos, a «Miúda Fixe» e até o bully do meu primo, que passa a vida a atormentar-me. Não vai ser fácil, eu sei… Mas tu conheces-me, e sabes como eu sou cómico. Na verdade, quando as coisas estão mesmo difíceis, eu consigo ser BUÉ CÓMICO!!!  Anda, leva o livro contigo. Vais rebolar no chão de tanto rir!

Vencedora do Prémio Internacional de Ilustração 2014 é portuguesa!

Catarina Sobral vence PRÉMIO INTERNACIONAL DE ILUSTRAÇÃO 2014 na Feira do Livro Infantil de Bolonha

A decisão foi unânime: entre 41 ilustradores de todo o mundo, as ilustrações do novo livro O MEU AVÔ, de Catarina Sobraldestacaram-se pela capacidade de transmitir sentimentos profundos, utilizando linhas puras e cores primárias.

A Orfeu Negro não podia estar mais orgulhosa: tem sido um prazer publicar a autora desde o seu primeiro título!

Conheçam aqui o AVÔ premiado: https://vimeo.com/85937575

Passatempo "A Lei do Deserto" de Wilbur Smith (Editorial Presença)



 Bom dia Encruzilhados,

A Editorial Preseça publica hoje mais um thriller que promete emoções fortes! Wilbur Smith é já bastante conhecido no ramo editorial e pretende causar sucesso em Portugal com este romance. Em jeito de celebração, temos em passatempo, em colaboração com a editora, um exemplar de "A Lei do Deserto". Para se habilitarem, basta lerem as regras, cumprirem-nas e responderem às perguntas em baixo. Boa sorte!
As respostas podem ser encontradas aqui e aqui.


 Regras do passatempo
1) O passatempo decorre até às 23h59 do dia 11 de Abril de 2014.
2) Todos os dados solicitados (incluindo Nick de Seguidor) devem ser devidamente preenchidos e completos.
3) Só serão aceites uma participação por pessoa e morada, em todo o território português (Portugal Continental e Ilhas).
4) O/A vencedor/a será sorteado de forma aleatória (random.org), sendo o resultado anunciado na página do blog e o contacto efectuado por e-mail.
5) O Encruzilhadas Literárias e a editora não se responsabilizam pelo extravio ou danos causados pelos CTT nas encomendas enviadas.

  «Estas e outras novidades no site da Editorial Presença aqui»

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Novidades Editorial Presença



 
AUTOR BESTSELLER COM MAIS DE 120 MILHÕES
DE EXEMPLARES VENDIDOS
«O thriller do ano.»
Daily Express


Hazel Bannock é proprietária de uma das maiores companhias petrolíferas do mundo, a Bannock Oil. Durante uma viagem através do oceano Índico, o seu iate é sequestrado por piratas somalis. Nele viajava a filha de Hazel, de dezanove anos, Cayla, e o resgate que os piratas pedem para a libertarem é exorbitante. Hazel recorre ao major Hector Cross, cuja empresa foi contratada pela Bannock Oil para proteger as suas instalações e pessoal. Juntos, Hazel e Hector estão dispostos a tudo para salvar Cayla, mesmo que isso signifique fazer justiça pelas próprias mãos…

Wilbur Smith nasceu em África em 1933. Estudou em Michaelhouse e na Rhodes University, na África do Sul. Depois de publicar o seu primeiro livro, When The Lion Feeds, em 1964, tornou-se escritor a tempo inteiro, e desde então já escreveu mais de 30 romances, inspirados nas suas numerosas expedições por todo o mundo. Os seus livros encontram-se traduzidos em 26 línguas e contam com mais de 120 milhões de exemplares vendidos.

- Primeiro livro da série «Hector Cross» 
- Direitos para adaptação cinematográfica vendidos à Reelart (o produtor Matt O'Toole acredita que «Hector Cross» tem potencial para ser o equivalente do século XXI de James Bond, Bourne ou Jack Ryan.) 
- Em 2014 Wilbur Smith celebra 50 anos de carreira


«Wilbur Smith é um mestre.»
Publishers Weekly

«Ninguém escreve romances de aventura como Wilbur Smith.»
Daily Mirror

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«UMA RECRIAÇÃO DE ORGULHO E PRECONCEITO
DO PONTO DE VISTA DOS CRIADOS»
The Guardian

Para todos os que admiram a obra de Jane Austen, esta é uma oportunidade única de revisitar o seu universo, mais concretamente o de Orgulho e Preconceito, mas numa perspetiva completamente nova. Jo Baker conseguiu a proeza de pegar num clássico e reimaginá-lo, com brilhantismo, a partir do ponto de vista dos criados. Enquanto no andar de cima tudo gira em torno das perspetivas de casamento das meninas Bennet, no andar de baixo os criados vivem os seus próprios dramas pessoais, as suas paixões e angústias. À semelhança da obra que a inspirou, também Longbourn é uma história de amor apaixonante e uma comédia social inteligente, que nos dá a conhecer o quotidiano daqueles que serviam nas mansões rurais inglesas do século XIX. Uma obra admirável, que capta na perfeição a atmosfera da Inglaterra de Jane Austen.

Jo Baker estudou em Oxford e na Queen's University, em Belfast, onde concluiu o doutoramento sobre a obra da escritora anglo-irlandesa Elizabeth Bowen. Vive em Lancaster com o marido, o dramaturgo Daragh Carville, e os dois filhos. O romance que a Presença agora publica, Longbourn – Amor e Coragem, mereceu um excelente acolhimento por parte da crítica e foi considerado um dos melhores livros de 2013 pelo jornal The Guardian.


- Direitos vendidos para 12 países 
- 4.1 estrelas na amazon.com 
- Direitos para adaptação cinematográfica adquiridos pela Focus Features
  
«Tal como Jane Austen, Jo Baker criou uma história de amor inebriante e, também como em Jane Austen, o prazer da sua leitura reside na ironia e na inteligência que emanam deste romance.»
The Guardian

«Os admiradores de Jane Austen, e em particular de Orgulho e Preconceito, terão a satisfação de descobrir as semelhanças entre ambos os romances. Maravilhoso.»
The Observer

«Jo Baker leva o leitor numa viagem de regresso a uma época marcante da sociedade inglesa do século XIX, que nos oferece na mesma medida um retrato da pobreza e da guerra bem como da comédia social e do romantismo característicos dessa época.»
Metro


DATAS DE PUBLICAÇÃO: 2 DE ABRIL