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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Resultado Passatempo "A Arca" de Victora Hislop

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 Boa noite,

É com enorme prazer que anunciamos o vencedor de mais um passatempo, desta vez através do amável apoio da Civilização Editora, que nos disponibilizou um exemplar de "A Arca" de Victoria Hislop para oferecer. Apesar do número elevado de participações, e por muito que gostássemos de oferecer um a todos, o Random.org seleccionou:

23 - Mónica [...] Gomes da Silva

Parabéns à vencedora e, para os restantes, não desanimem que teremos novidades para breve.

Boas leituras e uma boa semana para todos.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Passatempo Civilização Editora: "A Arca"


E é com imenso gosto que anunciamos o nosso primeiro passatempo sob a tutela da Civilização Editora

Temos para sortear um exemplar de "A Arca", de Victoria Hislop, ao qual se podem habilitar ao responder correctamente a todas as perguntas que se encontram no questionário. As respostas poderão ser encontradas neste post e aqui. 
Boa sorte a todos!


A Arca
de Victoria Hislop
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 416
Editor: Livraria Civilização Editora
Resumo:
Tessalonica, 1917. No dia em que Dimitri Komninos nasce, um incêndio devastador varre a próspera cidade grega, onde cristãos, judeus e muçulmanos vivem lado a lado. Cinco anos mais tarde, a casa de Katerina Sarafoglou na Ásia Menor é destruída pelo exército turco. No meio do caos, Katerina perde a mãe e embarca para um destino desconhecido na Grécia. Não tarda muito para que a sua vida se entrelace com a de Dimitri e com a história da própria cidade, enquanto guerras, medos e perseguições começam a dividir o seu povo.
Tessalonica, 2007. Um jovem anglo-grego ouve a história de vida dos seus avós e, pela primeira vez, apercebe-se de que tem uma decisão a tomar. Durante muitas décadas, os seus avós foram os guardiões das memórias e dos tesouros das pessoas que foram forçadas a abandonar a cidade. Será que está na altura de ele assumir esse papel e fazer daquela cidade a sua casa?



ATENÇÃO: 
Regras do Passatempo: 
1) O passatempo decorre até às 23h59 do dia 4 de Agosto. 
2) Todos os dados solicitados devem ser devidamente preenchidos e completos. 
3) Só serão aceites uma participação por pessoa e morada, em todo o território português (Portugal continental e ilhas). 
4) O/A vencedor/a será sorteado de forma aleatória (random.org), sendo o resultado anunciado na página do blog e o contacto efectuado por e-mail. 
5) O Encruzilhadas Literárias e/ou a editora não se responsabilizam pelo extravio ou danos causados pelos CTT nos exemplares enviados.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Booktrailers

E mais uma vez temos a nossa rubrica dos booktrailers de modo a dar a conhecer livros de uma maneira completamente diferente da habitual.
Esta semana escolhemos alguns booktrailers de romances para partilhar convosco! E os selecionados desta semana são os seguintes:

A Casa dos Sonhos, de Liz Fenick
Um aposta da Quinta Essência e que vamos comentar ainda esta semana!



Segredos da Praia das Camarinhas de Clara Correia
O livro que esta semana temos a passatempo, editado pela Pastelaria Studios Editora.


A Lady Awaken de Cecelia Grant
A escritora revelação de 2011!
Assustada com a morte do marida e a iminência de perder tudo o que ama para o cruel cunhado, Lady Martha concebe o plano ideal, aliás, cria o plano ideal para conceber! Sabendo que se estiver grávida os seus bens continuarão em sua posse, Lady Martha decide visitar um vizinho e fazer-lhe uma proposta arrojada...


Duas irmãs, um rei de Phillipa Gregory
Editado em Portugal pela Civilização Editora, este é o livro de Gregory que já foi levado ao grande ecrã.


sábado, 5 de maio de 2012

Livros a não dar no dia da mãe!

Aqui no Encruzilhadas gostamos de ver as coisas através de novos ângulos! Assim sendo e enquanto todos vos estão a aconselhar sobre que livros dar à mãe, no dia da mãe que se aproxima, nós por aqui, decidimos ajudar na lista aconselhando livros que não devem ser oferecidos!
Não dizemos que os livros sejam maus, longe disso, dizemos apenas que os temas poderão ser um pouco controversos demais para o dia em questão. Ainda com algumas dúvidas?
Pois bem! Aqui ficam então alguns livros que achamos que não devem chegar às mãos de nenhuma mãe naquele que é considerado o seu dia.

Sofia (ou alternativamente  A Escolha de Sofia
de William Styron
Edição/reimpressão: 1983
Páginas: 376
Editor: Livros do Brasil
Resumo:
Trata do dilema de "Sofia", uma mãe polonesa, filha de pai anti-semita, presa num campo de concentração durante a Segunda Guerra e que é forçada por um soldado nazista a escolher um de seus dois filhos para ser morto. Se ela se recusasse a escolher um, o soldado mataria ambos filhos. Essa história dramática é contada em 1947 ao jovem "Stingo", um aspirante a escritor e que vai morar no Brooklyn, na casa de "Yetta Zimmerman", onde ele acaba tendo Sofia como sua vizinha. 

Não há mãe nenhuma que vá querer receber um livro sobre ter de escolher entre dois filhos. É natural. Assim sendo e apesar se talvez se achar que se pode estar a marcar uns pontos extra com este livro, talvez seja melhor deixá-lo de parte para outra ocasião. Talvez para os anos?

Para a Minha Irmã
de Jodi Picoult
Edição/reimpressão: 2006
Páginas: 408
Editor: Livraria Civilização Editora
Resumo:
Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente seleccionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica – ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo. Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento.

No seguimento do livro anterior, aqui temos outro sobre escolhas. Neste caso no entanto, a mãe tem um papel mais pro-activo e de vilã ou salvadora conforme o ponto de vista. Na minha singela opinião, Jodi Picoult não é muito simpática para as mães, o que a torna uma escritora também a evitar nesta data.

Os Homens Que Odeiam as Mulheres
de Stieg Larsson
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 576
Editor: Leya
Resumo:
O jornalista de economia Mikael Blomkvist precisa de uma pausa. Acabou de ser julgado por difamação ao financeiro Hans-Erik Wennerstrom e condenado a três meses de prisão. Decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millennium. Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a história da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer. Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem Lisbeth Salander. Uma rapariga complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker de excepção. Juntos, Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander mergulham no passado profundo da família Vanger e encontram uma história mais sombria e sangrenta do que jamais poderiam imaginar.

Se o nome por si só não fosse chocante para uma mãe receber de um filho, não há pai nenhum, mãe principalmente, que vá gostar de ler sobre "violações recorrentes". Logo, se não quiserem ser responsáveis pela caixa de comprimidos extra à mesinha de cabeceira da vossa mãe, aconselhamos a por este livro de lado.

Outros títulos rápidos que não aconselhamos a dar nesta data, quer seja apenas pelo nome, quer seja pela história são os seguintes:
  • Descubra a cabra secreta que há em si de Elizabeth Hilts
    • O título fala por si;
  • Mildred Pierce de James M. Cain 
    • Nesta história a filha odeia a mãe de tal modo, que dorme com o padrasto, mata-o e ameaça culpar a mãe pelo crime se esta não lhe der dinheiro para ela fugir;
  • A Oresteia de Ésquilo
    • No qual o pai mata a filha para agradar aos Deuses, a mãe mata o pai para vingar a filha, o filho mata a mãe para vingar o pai e depois de muita discussão os deuses decidem que o pai estava certo.
  • As Virgens Suicidas de Jeffrey Eugenides
    • Cinco irmãs adolescentes suicidam-se sucessivamente ao longo de um ano. Além do tema forte, a mãe das mesmas é considerada horrorosa por maior parte dos leitores;
  • Alice Sebold, autora de Visto do Céu e Visto da Lua é também das menos recomendadas para este dia, devido à imagem negativa passada pelas personagens maternais.
Atenção: Apenas recomendamos que os livros não sejam dados nesta data, de resto sintam-se à vontade para os partilharem e oferecerem!

Agora que alguns livros foram retirados da lista, não podemos deixar de nos perguntar: Há algum livro que jamais dariam às vossas mãe? Porquê?

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A Rainha Vermelha de Philippa Gregory

A Rainha Vermelha 
de Philippa Gregory
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 408
Editor: Livraria Civilização Editora

Resumo:
Herdeira da rosa vermelha de Lancaster, Margarida vê as suas ambições frustradas quando descobre que a mãe a quer enviar para um casamento sem amor no País de Gales. Casada com um homem que tem o dobro da sua idade, depressa enviúva, sendo mãe aos catorze anos. Margarida está determinada em fazer com que o seu filho suba ao trono da Inglaterra, sem olhar aos problemas que isso lhe possa trazer, a si, à Inglaterra e ao jovem rapaz. Ignorando herdeiros rivais e o poder desmedido da dinastia de York, dá ao filho o nome Henrique, como o rei, envia-o para o exílio, e propõe o seu casamento com a filha da sua inimiga, Isabel de York.
Acompanhando as alterações das correntes políticas, Margarida traça o seu próprio caminho com outro casamento sem amor, com alianças traiçoeiras e planos secretos. Viúva pela segunda vez, Margarida casa com o impiedoso e desleal Lorde Stanley. Acreditando que ele a vai apoiar, torna-se o cérebro de uma das maiores revoltas da época, sabendo sempre que o filho, já crescido, recrutou um exército e espera agora pela oportunidade de conquistar o prémio maior.

Rating: 3/5


Comentário:
Agora que saiu em português "A Senhora dos Rios", último livro da Trilogia dos Primos em Guerra, mas em termos temporais uma prequela da Rainha Branca, o Encruzilhadas juntou mãos para comentar as Rainhas. Assim sendo fiquei com a Rainha Vermelha a meu cargo e a Cláudia ficou com a Rainha Branca.
Devo confessar que não apreciei tanto a Rainha Vermelha como a apreciei a Rainha Branca. Isto poderá vir em grande parte do facto de a Rainha Branca ser um livro mais místico enquanto a Rainha Vermelha é um livro mais terra a terra. Há também que salientar que na Rainha Branca temos uma rainha contente e que relembra um pouco aquela personagem mítica dos contos de fadas, enquanto a Rainha Vermelha é mais severa e parece-se mais com a rainha malvada.
Por ter lido a Rainha Branca primeiro e ter simpatizado bastante com ela, devo confessar que inconscientemente devo ter tomado o seu partido. Quando li o que fizeram aos seus filhos, ou pelo menos o que se supõem, ainda mais fiquei do seu lado, por isso pude ler a Rainha Vermelha já tinha feito dela inimiga não declarada.
Tentei gostar da Rainha Vermelha, até porque tem o mesmo nome da minha mãe, e por causa da sua história de vida. Esta rainha teve uma vida sofrida, foi obrigada a casar nova e quase morreu durante o parto. Para além de todas estas complicações perdeu dois maridos e viu a sua possibilidade de herdar o trono de Inglaterra para o filho esbater-se como lua em quarto minguante.
Creio que foi a sua veia católica e de santa sofrida que me deixou pé atrás com ela, nada contra os católicos, mas a veia de santa que ela decidiu incorporar acabou por me deixar deveras irritada. Todas as suas penitências e abstinências fizeram-me deveras confusão e não ajudaram a que eu me conectasse com ela.
É de referir que apesar de tudo a escrita de Gregory não perdeu a sua força ou a sua musicalidade e pude ler o livro do início ao fim sem problemas demais. Tive este mesmo "problema" com "A Outra Rainha", no qual não gostava da Rainha Maria Stuart, mas gostava das outras personagens, principalmente da Bess, e pude seguir a história sem mais problemas devido à escrita da autora.
No geral creio que é importante ler a Rainha Vermelha, principalmente porque ajuda a ver o outro lado da mesma guerra e conseguimos ter uma noção mais abrangente do que passou durante a Guerra das Rosas. Agora que finalmente saiu "A Senhora dos Rios" poderemos saber mais sobre a mãe da Rainha Branca e o papel que esta desempenhou nesta guerra. Tenho a certeza que será um livro fascinante!

sábado, 3 de março de 2012

Review: Catarina de Aragão - A Princesa Determinada


Catarina de Aragão - A Princesa Determinada
Catarina de Aragão - A Princesa Determinada by Philippa Gregory

My rating: 5 of 5 stars

Em Portugal:

Edição/reimpressão: 2006
Páginas: 452
Editor: Livraria Civilização Editora

This was my first Phillipa Gregory book and I have to admit I bought because this princess and I share the same name. Normally I don't like this kind of book but Gregory enchanted me, I felt in love with this princess and since I didn't knew her history at all I felt her pain and I suffered with her trough out the book.
The Constant Princess is no doubt a master piece and let's a very beautiful insight in a princess that was completely forgotten or otherwise seen as a steeping stone for Anne. Now Gregory doesn't say Catherine loved Henry, no, far from that, but she shows Catherine as a woman of her word and a woman who loved too much.
Until now one of my personal favourites by Phillipa Gregory.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Cabaz de Natal: Livro N.º 9 - O Primeiro Amor, de Sophie Mckenzie

"O Primeiro Amor", de Sophie McKenzie é a obra inserida na categoria de literatura juvenil neste Cabaz de Natal. Contamos com a fantástica colaboração da Civilização Editora, que promete amolecer corações com este livro. Participem!

Regras do Passatempo: 
1) O passatempo decorre até às 23h59 do dia 24 de Dezembro de 2012. 
 2) Todos os dados solicitados devem ser devidamente preenchidos e completos. 
3) Só serão aceites uma participação por pessoa e morada, em todo o território português (Portugal continental e ilhas). 
4) O/A vencedor/a será sorteado de forma aleatória (random.org), sendo o resultado anunciado na página do blog e o contacto efectuado por e-mail. 
5) O Encruzilhadas Literárias e/ou a Editora não se responsabilizam pelo extravio ou danos causados pelos CTT no exemplar enviado.



O Primeiro Amor                    Sinopse

Quando River faz um casting para uma representação escolar de Romeu e Julieta, apaixona-se por Flynn, o rapaz que ficou com o papel de Romeu. River acredita no amor romântico e está ansiosa por experimentá-lo. Mas Flynn vem de uma família despedaçada - será ele capaz de dar a River o que ela quer? Os caminhos do verdadeiro amor sempre foram tortuosos…

terça-feira, 23 de agosto de 2011

A Outra Rainha, Phillipa Gregory

Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 475
Editor: Livraria Civilização Editora
"Um romance dramático de paixão, política e traição, da autora de Duas Irmãs, Um Rei. Com a sua característica combinação de magnífica narrativa com um contexto histórico autêntico, Philippa Gregory dá vida a esta época de grandes mudanças, numa fascinante história de traição, lealdade, política e paixão. Maria Stuart, Rainha dos Escoceses, está em prisão domiciliária em casa de Bess de Hardwick, recém-casada com o Conde de Shrewsbury, mas continua a lutar para recuperar o seu reino.
Maria é Rainha da Escócia mas foi forçada a abandonar o seu país e a refugiar-se na Inglaterra, governada pela sua prima Isabel. Nesta época, a Inglaterra é um país com um protestantismo mal alicerçado, pressionado pelo poder da Espanha, da França e de Roma, e a presença de uma carismática governante católica pode ser perigosa. Cecil, o conselheiro-mor da Rainha Isabel, concebe então um plano para que Maria viva enclausurada com a sua cúmplice, Bess de Hardwick. Bess é uma mulher empreendedora, uma sobrevivente perspicaz, recém-casada com o Conde de Shrewsbury (o seu quarto marido). Mas que casamento resiste aos encantos de Maria? Ou à ameaça de rebelião que a acompanha a todo o momento? No seu cativeiro privilegiado, Maria tem de aguardar pelo regresso à Escócia e pelo reencontro com o seu filho. Mas esperar não significa nada fazer!"

Rating: 3/5

Comentário:
Pessoalmente sei que um livro está bem escrito quando consigo odiar as personagens. Quando elas me dão raiva ou quando sinto compaixão por elas e posso-vos garantir que a Maria Stuart me deu uns nervos imensos!!!
Personagens destes apesar de serem fascinantes acabam por se tornar um problema na narrativa. Ninguém quer ler um livro em que odeie a personagem principal. Acaba por se tornar cansativo e faz com que demoremos mais a ler a história porque sempre que vemos que o capítulo será contado por ela, resmungamos entre dentes e contamos as páginas que faltam para as personagens que gostamos voltarem.
Em defesa de Gregory tenho a dizer que a história no geral está maravilhosamente contada. Como sempre a sua escrita é fluída e precisa e conseguimos mesmo imaginar que esta Rainha, que nos é tão estranha, penso realmente aquelas palavras e teve exactamente aqueles gestos. Gregory está a recriar, pelo menos para mim, toda a era Tudor e algures no meu inconsciente estas personagens são assim e creio que ler outro livro em que elas entrem por outro autor seria o mais perto de uma traição!
Assim sendo, gostaria de dizer que gostei muito da Bess de Hardwick, ela foi uma mulher que conseguiu fazer algo da sua vida pelas suas mãos e sobreviveu a muitos maridos sem ter de usar esquemas e traições e conseguiu amealhar uma pequena fortuna. Não mais, ela aprendeu a ser uma self-made woman e fazer a sua própria fortuna, o que a torna uma mulher do século XXI em plena época Tudor.
Contar mais da história é revelar o enredo. Estes resumos nos sites estão cada vez mais longos, na minha opinião. 
Resumindo: Aconselho. Principalmente a quem gosta de romances históricos e/ou do período Tudor em Inglaterra.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Frágil por Jodi Picoult

FRÁGIL por Jodi Picoult
 

Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 498
Editor: Livraria Civilização Editora

 "Tudo pode quebrar.
Mas algumas coisas doem mais do que outras."


" Willow, a linda, muito desejada e adorada filha de Charlotte O’Keefe, nasceu com osteogénese imperfeita - uma forma grave de fragilidade óssea. Se escorregar e cair pode partir as duas pernas, e passar seis meses enfiada num colete de gesso. Depois de vários anos a tratar de Willow, a família enfrenta graves problemas financeiros. É então que é sugerida a Charlotte uma solução. Ela pode processar a obstetra por negligência - por não ter diagnosticado a doença de Willow numa fase inicial da gravidez, quando ainda fosse possível abortar. A indemnização poderia assegurar o futuro de Willow. Mas isso implica que Charlotte tem de processar a sua melhor amiga. E declarar perante o tribunal que preferia que Willow não tivesse nascido... " 

Rating: 4/5