sábado, 10 de dezembro de 2011

Cabaz de Natal: Livro N.º 1 -"Abelha Zena, a Rainha Serena"

Aqui está o primeiro exemplar do nosso cabaz de Natal. Com o fantástico apoio da autora Maria Eugénia Ponte, temos um exemplar de "Abelha Zena, a Rainha Serena" para sortear. Um óptimo livro para miúdos e graúdos terem um bom tempo em conjunto.

Regras do Passatempo: 
1) O passatempo decorre até às 23h59 do dia 24 de Dezembro de 2012. 
 2) Todos os dados solicitados devem ser devidamente preenchidos e completos. 
3) Só serão aceites uma participação por pessoa e morada, em todo o território português (Portugal continental e ilhas). 
4) O/A vencedor/a será sorteado de forma aleatória (random.org), sendo o resultado anunciado na página do blog e o contacto efectuado por e-mail. 
5) O Encruzilhadas Literárias e/ou a Editora não se responsabilizam pelo extravio ou danos causados pelos CTT no exemplar enviado.

Sinopse
 
O novo livro de contos (dedicados exclusivamente ao fantástico mundo das abelhas) de Maria Eugénia Ponte é uma viagem de magia que vai deliciar crianças de todas as idades. Abelha Zena, a Rainha Serena é a aventura única de um grupo de simpáticas abelhas, que vai passar por uma grande prova. Tudo por causa desse ser que, muitas vezes, não consegue conviver com os seus parceiros da Natureza… o Homem! Conseguirão Zena e as suas amigas ultrapassar as dificuldades?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

D. Amélia, de Isabel Stilwell


Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 672
Editor: Esfera dos Livros

"Uma rainha não foge, não vira costas ao seu destino, ao seu país.
D. Amélia de Orleães e Bragança era uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio. Essa palavra maldita que tinha marcado a sua família e a sua infância.
O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor.
Nos dias mais tristes passava os dedos pelo colar de pérolas que D. Carlos lhe oferecera, 671 pérolas, cada uma símbolo dos momentos felizes que teimava em não esquecer. Isabel Stilwell, autora "best-seller" de romances históricos, traz-nos a história da última rainha de Portugal. "

Rating: 5/5

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

GoodReads

O Encruzilhadas anda algo parado porque temos experimentado outras redes sociais. Vamos manter o blog activo, mas entretanto podem procurar-nos em:

http://www.goodreads.com/user/show/6159427-acp

http://www.goodreads.com/user/show/5222356-keys

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Delirium, de Lauren Oliver


Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 448
Editor: HODDER & STOUGHTON GENERAL DIVISION


"Lena vem de um mundo onde o amor é considerado uma doença- Um mundo onde todos os adultos de 18 anos se submetem a uma operação cirúrgica. A alguns meses de realizar a sua própria Cura, Lena faz uma descoberta inesperada...Alex. Mas como levar avante e compreender os efeitos do amor, nunca antes expressos no Livro dos Shhh, se nem pode falar abertamente sobre o que sente? Ou se tudo lhe parece confuso e simultaneamente certo e errado? "

Rating: 4/5


Comentário:

Delirium foi uma surpresa. Quem me levou a conhecer este livro foi a Catarina, embora não tendo entrado com muitos pormenores, de modo que inicialmente esperava algo diferente. Esperava encontrar o debate e a discussão interna das pessoas. De quem se quer submeter à cirurgia e de quem a recusa. No entanto, vamos encontrar o decorrer da história numa fase temporal muito mais avançada do que aquela que permitiria estes devaneios, dado que todo o processo já é assumido como absoluto e obrigatório e nos vemos de repente implantados num mundo distópico e ditador.

De qualquer forma, e tirando toda a construção e caracterização do cenário envolvente algo esperada, são as suas personagens que atribuem outra dimensão à narrativa. Todos nós nos apaixonamos e passamos por todos os sintomas do amor. Mas quantos de nós pensam em todas as reacções físicas e emocionais que são causadas por esse efeito? Lena luta contra os outros, mas especialmente contra si, tentando descortinar o que é errado e o que é certo. Até que ponto a dor pode ser pior que a indiferença, até que ponto a nossa vida deve ser maquinada para actuar segundo um sistema aparentemente perfeito mas com estruturas corroídas (e pérfidas)? Até que ponto o amor que a mãe lhe dava às escondidas, antes de se suicidar, pode ser errado?

Gostei e fico ansiosamente à espera do próximo, que sai em Março de 2012.


P.S- Ainda não foi editado em português, mas faço figas para que esteja para breve.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

A Outra Rainha, Phillipa Gregory

Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 475
Editor: Livraria Civilização Editora
"Um romance dramático de paixão, política e traição, da autora de Duas Irmãs, Um Rei. Com a sua característica combinação de magnífica narrativa com um contexto histórico autêntico, Philippa Gregory dá vida a esta época de grandes mudanças, numa fascinante história de traição, lealdade, política e paixão. Maria Stuart, Rainha dos Escoceses, está em prisão domiciliária em casa de Bess de Hardwick, recém-casada com o Conde de Shrewsbury, mas continua a lutar para recuperar o seu reino.
Maria é Rainha da Escócia mas foi forçada a abandonar o seu país e a refugiar-se na Inglaterra, governada pela sua prima Isabel. Nesta época, a Inglaterra é um país com um protestantismo mal alicerçado, pressionado pelo poder da Espanha, da França e de Roma, e a presença de uma carismática governante católica pode ser perigosa. Cecil, o conselheiro-mor da Rainha Isabel, concebe então um plano para que Maria viva enclausurada com a sua cúmplice, Bess de Hardwick. Bess é uma mulher empreendedora, uma sobrevivente perspicaz, recém-casada com o Conde de Shrewsbury (o seu quarto marido). Mas que casamento resiste aos encantos de Maria? Ou à ameaça de rebelião que a acompanha a todo o momento? No seu cativeiro privilegiado, Maria tem de aguardar pelo regresso à Escócia e pelo reencontro com o seu filho. Mas esperar não significa nada fazer!"

Rating: 3/5

Comentário:
Pessoalmente sei que um livro está bem escrito quando consigo odiar as personagens. Quando elas me dão raiva ou quando sinto compaixão por elas e posso-vos garantir que a Maria Stuart me deu uns nervos imensos!!!
Personagens destes apesar de serem fascinantes acabam por se tornar um problema na narrativa. Ninguém quer ler um livro em que odeie a personagem principal. Acaba por se tornar cansativo e faz com que demoremos mais a ler a história porque sempre que vemos que o capítulo será contado por ela, resmungamos entre dentes e contamos as páginas que faltam para as personagens que gostamos voltarem.
Em defesa de Gregory tenho a dizer que a história no geral está maravilhosamente contada. Como sempre a sua escrita é fluída e precisa e conseguimos mesmo imaginar que esta Rainha, que nos é tão estranha, penso realmente aquelas palavras e teve exactamente aqueles gestos. Gregory está a recriar, pelo menos para mim, toda a era Tudor e algures no meu inconsciente estas personagens são assim e creio que ler outro livro em que elas entrem por outro autor seria o mais perto de uma traição!
Assim sendo, gostaria de dizer que gostei muito da Bess de Hardwick, ela foi uma mulher que conseguiu fazer algo da sua vida pelas suas mãos e sobreviveu a muitos maridos sem ter de usar esquemas e traições e conseguiu amealhar uma pequena fortuna. Não mais, ela aprendeu a ser uma self-made woman e fazer a sua própria fortuna, o que a torna uma mulher do século XXI em plena época Tudor.
Contar mais da história é revelar o enredo. Estes resumos nos sites estão cada vez mais longos, na minha opinião. 
Resumindo: Aconselho. Principalmente a quem gosta de romances históricos e/ou do período Tudor em Inglaterra.