quinta-feira, 8 de maio de 2014

Opinião: A Lei do Deserto, de Wilbur Smith


A Lei do Deserto
de Wilbur Smith

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 575
Editora: Editorial Presença 

Resumo: 
Hazel Bannock é proprietária de uma das maiores companhias petrolíferas do mundo, a Bannock Oil. Durante uma viagem através do oceano Índico, o seu iate é sequestrado por piratas somalis. Nele viajava a filha de Hazel, de 19 anos, Cayla, e o resgate que os piratas pedem para a libertarem é exorbitante. Hazel recorre ao major Hector Cross, cuja empresa foi contratada pela Bannock Oil para proteger as suas instalações e pessoal. Juntos, Hazel e Hector estão dispostos a tudo para salvar Cayla, mesmo que isso signifique fazer justiça pelas próprias mãos…
  
Rating: 4/5 

Opinião: Sendo uma adepta de séries policiais e de thrillers e filmes de acção, não sei porque é que não leio livros deste género mais vezes. Ou melhor, sei: não posso fechar os olhos nas partes mais assustadoras/ nojentas/ violentas e fugir da estória. Wilbur Smith fez-me ver que se calhar tenho de voltar com mais frequência a este universo, e descobrir os segredos dos thrillers literários.
"A Lei do Deserto" surpreendeu-me e dei por mim a gostar bastante deste livro, e muito mais do que inicialmente esperava. Wilbur não perde tempo, salta logo para a acção que interessa, põe-nos as cartas na mesa, deixa-nos tocar-lhes e volta a baralhar-nos. É um livro cheio de acção, intenções, momentos de tensão e reviravoltas. E não é mesmo conversa fiada: a meio do livro questionei-me sobre o que é que o autor iria criar para mais 200 páginas porque o enredo parecia conduzir a um final próximo e ele trouxe-me a resposta meia dúzia de páginas depois, com todos os elementos que a comportavam: altercação de personagens, segredos desvendados, uma surpresa rápida, indolor, mas com variadas consequências para o seguimento da narrativa. É neste registo que Wilbur Smith brilha mais, criando um livro forte e agradável para um vasto público. 
As personagens principais (Hazel, a irritante Cayla e Hector Cross) são exactamente o que esperava delas: fortes, com o devido destaque, por vezes incomodativo mas continuando a agarrar-nos ao contante virar de páginas. As personagens secundárias foram cruciais, desde a família de Hazel aos elementos da equipa de Hector Cross e dos terroristas, que por vezes são quem menos pensávamos....
Irritou-me em alguns momentos a construção de determinadas personagens. Cayla, por exemplo, passa por evento tão dramático que eu esperava (adrenalina à parte) que isso se reflectisse na sua personalidade e essa ausência soo-me estranha e um pouco oca. As relações humanas não me parecem por isso o ponto forte do autor, pelo menos no que toca a sentimentos e interiorizações (que surgiram tantas vezes destoados da restante composição). No entanto, esse factor suplanta-se quando logo em seguida nos surge uma linguagem directa e pragmática e por vezes crua (em exagero) que nos obriga a pensar mais além e a saltar para o meio de cenas (quase como culpados), e a sermos um participante activo de toda a narrativa. 

Por outro lado, este autor é bem sentido no livro que criou. É inegável tratar-se de um autor masculino, com um posicionamento e uma perspectiva sobre as acções muito pessoal. Por vezes torci-lhe bem o nariz, até porque algumas descrições me pareceram algo duras e deixaram-me desconfortável  mas conseguimos fazer as pazes umas páginas depois (deixo de ante-aviso os interessados que há cenas de intenções de/ou de estupro) .
Acho que é uma grande aposta para leitores que gostam de acção sem descrições mórbidas em exagero, que procuram algo leve mas cheio de ritmo e que pretende partir para o mundo da ficção sobre um tema que, apesar de tudo, até é bastante real e actual como a pirataria marítima.



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Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas, a Cláudia lê nos transportes públicos enquanto observa o Mundo pelo canto do olho. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado, é tão fácil encontrá-la envolvida num novo projeto como a tagarelar sobre tudo e mais alguma coisa. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Bibliotecas! - Parte I

Está na hora de vos falar de bibliotecas!

Pelo Encruzilhadas temos falado destes grandes equipamentos culturais desde sempre, não só porque apoiamos o trabalho lá desenvolvido mas porque fazem parte do nosso quotidiano. A Catarina acabou de descobrir as vantagens de percorrer esses corredores literários mais vezes desde que se mudou para o Reino Unido, não porque não as valorizasse antes, mas porque a oferta perto da sua casa anterior não era muito vasta. E basta pensar que vários daqueles livros que estamos ansiosos por ler ou foram recentemente cá editados já circulam pelos leitores das bibliotecas de uma certa região de Inglaterra há algum tempo. Da minha parte, as bibliotecas sempre foram um centro de visita habitual, especialmente porque só comprava livros no meu aniversário e no Natal, o que me obrigava a procurar novas soluções.

Por esse motivo, por aqui sempre as temos defendido, e têm sido as companheiras de muitas horas. Foi nelas que descobri livros fantásticos como "A Rapariga Que Roubava Livros" ou "A Queda dos Gigantes", ou que encontrei aquele livro que precisava mesmo para estudar, onde fiz vários trabalhos de grupo e conheci colegas para além da imagem de sala de aula, onde me frustrei por nunca haver uma secção destinada à Geografia (e me obrigar a percorrer todas as estantes das Ciências Sociais e de Arquitetura/Urbanismo quando elas existiam), mas encontrar outras destinadas ao Cinema, à História e à Sociologia, onde me aventurei só pelo prazer de lá entrar e descobri novas publicações mensais de interesse.

E podia ficar por aqui a divagar sobre o que aprendi e vivi em bibliotecas até ao sol raiar, mas prefiro levar esta crónica noutro sentido. A primeira biblioteca que frequentei dentro de um x raio de km na minha área de residência foi a Biblioteca Municipal de Oeiras, e como tal esse tem sido desde então o meu ponto de referência (faz este mês 18 anos que bem merecem ser celebrados!), mas desde então aventurei-me pelas de Cascais e, mais tarde e já na faculdade, nas de Lisboa. Como tal, tenho o cartão de leitora dos três municípios e porque me tenho deparado com várias diferenças e coisas que gosto mais numas do que noutras, decidi fazer um conjunto de artigos de comparação e recomendação para quem nos segue na área da Grande Lisboa e pretende aventurar-se pelo mundo bibliotecário. E vamos começar nada mais nada menos do que pelo espaço.

ESPAÇOS

Bibliotecas Municipais de Cascais: Biblioteca Municipal Casa da Horta da Quinta de Santa Clara [*], Biblioteca Municipal São Domingos de Rana [*], Biblioteca Municipal Infantil e Juvenil [*] (mais informações aqui).

Bibliotecas Municipais de Oeiras:  Biblioteca Municipal de Oeiras [*], Biblioteca Municipal de Algés, Biblioteca Municipal de Carnaxide (mais informações aqui)

Bibliotecas Municipais de Lisboa: Biblioteca de Belém [*], Biblioteca da Penha de França, Biblioteca Por Timor, Biblioteca Camões, Biblioteca David Mourão-Ferreira, Biblioteca Maria Keil, Biblioteca Olivais (serviço Bedeteca), Biblioteca de São Lázaro, Biblioteca dos Coruchéus, Biblioteca Palácio Galveias [*], Biblioteca Orlando Ribeiro [*], Biblioteca-Museu República e Resistência (espaço Cidade Universitária), Biblioteca-Museu República e Resistência (espaço Grandella), Biblioteca-Quiosque Jardim da Estrela,
Bibliotecas Itinerantese (Mais informações aqui)

[*] - Espaços já visitados.

Como vêm pelos asteriscos, não visitei todos estes espaços, pelo que vou remeter o artigo apenas para a minha experiência pessoal e fico à espera das vossas opiniões relativamente aos restantes.

Oeiras Conversa-Biblioteca de OeirasA Biblioteca Municipal de Oeiras é a central do concelho e a primeira que eu conheci. Desde trabalhos de grupo no secundário a pesquisas da universidade, passei lá muito do meu tempo e é das minhas preferidas. Tem um espaço bastante amplo, luz espectacular (tanto natural como artificial), boas cadeiras para trabalhar e estantes que nunca mais acabam. Conta ainda com uma sala gigante para a secção infantojuvenil, uma recepção com sofás e cadeiras bastante simpática e uma sala de informática e audiovisuais. Se tiver de ficar por lá mais do que umas horas, é a minha preferida. Ponto desfavorável: apesar de próxima à linha ferroviária, localiza-se entre as estações de Santo Amaro e de Paço de Arcos. Não é que fique longe para percorrer a pé o caminho até lá, mas não é nada simpático de se fazer à noite (e até um bocado inseguro), e há que não esquecer que no Inverno escurece depressa...Outra alternativa que utilizava em tempos idos era apanhar o autocarro gratuito para o Oeiras Parque e descer o caminho todo até lá abaixo. Subir a colina no final do dia carregada de livros é que era pêra doce. Entretanto o transporte passou a ser pago, deixei de ter passe que me ligasse aos restantes modos de transporte no perímetro da biblioteca e por isso hoje vou lá menos vezes, com muita pena minha. Para os que se deslocam de automóvel, com prédios nas redondezas e lugares de estacionamento reservados às Águas de Oeiras, estacionar pode ser um pesadelo. (Fonte da imagem: Câmara Municipal de Oeiras).

As Bibliotecas de Cascais são as que melhor conheço porque mais facilmente as visito. Mas nem por isso passo mais tempo nelas. A Biblioteca Infantojuvenil é uma pequena casa engraçada no centro do Parque Marechal Carmona, e um dos verdadeiros espaços a visitar e a relaxar. Estando dedicada às faixas etárias mais novas mas podendo ser utilizada por todos, apresenta brinquedos e mobiliário adequado às idades dos seus principais utilizadores. Já para não falar que tem um parque de merendas mesmo ao lado e bancos à entrada que nos permitem ler ao mesmo tempo que ouvimos os galos, as rolas e os pavões como ruído de fundo. Ponto desfavorável: a ligação ao exterior passa despercebida para quem não a conhece. Precisa de ter a porta aberta mais vezes, e alguma coisa chamativa (na imagem abaixo vê-se uma construção de uma árvore do lado direito mas que não costuma lá estar) e uma tabuleta que lhe atribua maior visibilidade. Já a de São Domingos de Rana é relativamente recente. Faz 10 anos em 2015 e está enquadrada numa realidade de bairro, numa localidade que à partida teria menor afluência ao equipamento (desenganem-se que é bastante visitada), e que muita falta lá fazia. Dispõe de cafetaria, tem uma sala destinada ao infantojuvenil (mais pequena que a de Oeiras), uma sala como galeria de arte e um vasto espaço a ser utilizado. É um edifício que dá prazer em lá entrar e conta com um óptimo parque de estacionamento (para uma lotação média). Ponto desfavorável: A disposição interna não é das melhores. Há poucas mesas para trabalhar e não estão agrupadas da melhor maneira.

Deixei para último lugar a Biblioteca Casa da Horta (como eu lhe chamo para encurtar o nome que nunca mais acaba) porque das três é a que visito com mais frequência. É um edifício antigo recentemente alvo de renovação, com elevador e boas instalações sanitárias (são as maiores diferenças que sinto no espaço para o que era anteriormente). As salas são de pequena dimensão devido à estrutura do edifício, pelo que não me apela a passar lá muito tempo, até porque sentimos sempre estorvar os que estão, os que vão, os que passam nos corredores logo ao lado. No entanto, é um edifício amoroso, bem no centro de Cascais, com uma sala dedicada à informática e outra (um pouco mal aproveitada) para os livros infantojuvenis.
O espaço de eleição é o jardim, amoroso, com várias mesas de apoio que muitos utilizam para almoçar mas também para trabalhar. Basta ver a época de exames a chegar e a quantidade de jovens que o utilizam (é preciso é ter cuidado com as pinhas, gigantes por sinal, que já não é a primeira vez que alguma cai ao ponto de quase deitar um buraco na cabeça de alguém). Ponto desfavorável: Tendo espaços tão fechados, precisava de mais formas de renovação do ar, ou de ter mais janelas abertas. Há dias, especialmente os de chuva e com muita afluência, em que cheira demasiado a gente (Fonte das imagens: Câmara Municipal de Cascais).



Quanto às de Bibliotecas de Lisboa, apesar de já ter visitado mais, aquela que frequentei com maior assiduidade e que, portanto, me deixou com maior capacidade para analisá-la é a Biblioteca Central do Palácio das Galveias. Ainda assim, não posso deixar de dizer que a Biblioteca Municipal de Belém está localizada num sítio espectacular, mesmo próximo aos jardins e perto das tentações do Starbucks e dos Pastéis de Belém. O edifício é pequeno mas bastante agradável. Estive lá durante o dia e parece-me um local bastante calmo e bom para se estudar.
Já a Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, que para quem não sabe foi um grande geógrafo, não poderia faltar nas minhas visitas. Acho o local onde se encontra simpático e a biblioteca é bastante grande. Tem uma secção só para os trabalhos de Orlando Ribeiro e um óptimo espaço para trabalhar, para ler mais descontraidamente e uma vista para os jardins de fazer inveja.
No entanto, a menina dos meus olhos é a Biblioteca Central das Galveias. Primeiro, porque ficava tão próxima da minha faculdade que podia lá ir todos os dias se quisesse (e tivesse tempo, que foi o que mais me faltou para ler nessa altura). Localizada quase defronte o Campo Pequeno, o edifício é lindo e antigo (foi uma das antigas residências dos Távora, pertencendo a meados do séc. XVII, e que mais tarde pertenceu aos condes de Galveias - fonte) e dá gosto lá entrar só por esse motivo. Por outro, porque tem estantes que nunca mais acabam, uma sala só dedicada a livros de áreas científicas de forma detalhada (vi lá categorias que não encontrei em mais nenhuma) e condições relativamente agradáveis para trabalhar. Tem uma sala considerável dedicada ao universo infantojuvenil, outra dedicada à história, e uma subrecepção com dicionários, as obras de saramago e outros grandes autores de língua portuguesa e umas estantes antigas espectaculares. Entrem, vejam os azulejos que a decoram e aproveitem o jardim onde costumam passear dois pavões. Ponto desfavorável: As instalações sanitárias deixam muito a desejar, pelo que ir passar lá o dia inteiro pode ser um problema. Chegar lá ao fim da tarde é esperar um milagre para nos sentarmos a trabalhar. (Fonte das imagens: Câmara Municipal de Lisboa).










 

 No próximo artigo vou falar-vos dos horários e da qualidade do atendimento. Fiquem atentos!

(Nota: Todas as imagens são apresentadas por ordem de relato)

Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas, a Cláudia lê nos transportes públicos enquanto observa o Mundo pelo canto do olho. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado, é tão fácil encontrá-la envolvida num novo projeto como a tagarelar sobre tudo e mais alguma coisa. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

O Poder da Representação



Por aqui somos pessoas de tertúlias e o que mais gosto é quando os media apanham temas que já andamos a discutir há um certo tempo ou quando encontramos outras pessoas que partilham as nossas opiniões.
O tema que quero discutir hoje é um tema que desde sempre me fascinou e que se chama representação. Representação é quando ao pegarmos num livro (ou ao vermos um filme) as personagens representadas retratam mais ou menos a realidade do nosso mundo. 
O que quero dizer com isto, e lá ao longe o Consultor Literario revira os olhos, é e pegando no exemplo do Star Wars, saga que adoro: Alguém já reparou que só existem, pelo menos parece e ao longo dos seis filmes, 3/4 mulheres em toda a Galaxia, (ah e são todas relacionadas). Falo da Princesa Padme, a Princesa Leia e a mãe e tia de Anakin. Ora isto é um pouco estranho porque eu acredito que para existirem todos aqueles homens na saga do Star Wars alguém teve que os dar à luz logo eu sei que existem mulheres naquele universo, a pergunta fica no ar no entanto, por onde andam elas? (E não falo daquelas que passam discretamente em pano de fundo, falo de personagens activas que falem e façam parte do enredo). 
Representação é o que acontece na saga épica de GRRMartin onde aparecem pessoas de várias raças e sexualidades , o que por vezes leva a perguntas ridículas nas entrevistas e as quais ele responde a letra. (Cito este exemplo)
Mas, perguntam vocês Encruzilhados, porque é que a representação é importante? Será que se todos sabemos que um livro/filme com mais homens vende que não se deveria apostar nisso? A minha resposta é simples, a representação é importante porque ajuda as pessoas a sentirem-se incluídas. Principalmente às crianças que quando lêem histórias com protagonistas que são seus semelhantes sentem que são heróis/heroínas e que as suas historias merecem ser contadas. Um exemplo de falta de representação que achei curioso veio de uma escritora nigeriana que quando começou a escrever escrevia sobre meninos brancos em colégios internos, que saiam para tomar picnics em prados verdes e comiam sandes de pepino.  Porquê? Porque era sobre isso que ela lia apesar de não ter um único vizinho branco e todas as suas historias se passarem na Nigéria onde não há uma abundância de prados verdes e onde ninguém come sandes de pepino. Então porque escrevia ela sobre isso? Porque a escritora nunca tinha lido um livro sobre pessoas como ela, na sua mente de criança formou-se a ligação de que as únicas histórias que valia a pena contar eram as dos meninos brancos.
Diversidade nos livros infantis e no YA significa que crianças por todo o mundo poderão encontrar personagens da sua raça, sexo, sexualidade ou incapacidades na literatura e que de um certo modo na sua mente se criará a imagem de que as suas histórias também merecem ser contadas.
Esta é a premissa que está a tentar tomar o mundo de assalto dias 1,2 e 3 de Maio e que já esta a dar que falar nas trend hashtags do Twiiter. 
Para lerem mais sobre esta campanha sigam para o tumblr dos mesmos clicando aqui.
E vocês Encruzilhados, que pensam deste tema? Conhecem livros em que personagens tenham características semelhantes às vossas e se não gostariam de encontrar?


Ki
(Catarina)
Sobre a autora:

Bibliófila assumida e escritora de domingo. Gosta de livros e tudo o que esteja relacionado com eles, tem a mania que tem opiniões sobre coisas e gosta de as expor no seu blog conjunto Encruzilhadas Literárias, tem também uma conta no GoodReads e é das melhores coisas que já lhe aconteceu.

Passatempo: Tornado, de Sandra Brown


Bom dia Encruzilhados,

A Editora Quinta Essência decidiu juntar-se a nós este feriado e trazer-vos mais um fantástico passatempo. Sandra Brown é uma autora conhecida dos leitores portugueses, e o seu mais recente romance, "Tornado", promete agitar as águas. Aproveitem, participem e boa sorte!
As respostas podem ser encontradas aqui.


  Regras do passatempo
1) O passatempo decorre até às 23h59 do dia 10 de Maio de 2014.
2) Todos os dados solicitados (incluindo Nick de Seguidor) devem ser devidamente preenchidos e completos.
3) Só serão aceites uma participação por pessoa e morada, em todo o território português (Portugal Continental e Ilhas).
4) O/A vencedor/a será sorteado de forma aleatória (random.org), sendo o resultado anunciado na página do blog e o contacto efectuado por e-mail.
5) O Encruzilhadas Literárias e a editora não se responsabilizam pelo extravio ou danos causados pelos CTT nas encomendas enviadas.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Resultado Passatempo: Livros de Chocolate!

Olá Encruzilhados!
Pedimos desculpa pela demora mas com tanto chocolate para comer da Páscoa acabamos por nos perder entre livros e guloseimas. Páscoa doce vão ter também os sortudos que vão levar para casa estes fantásticos livrinhos. E sem mais demoras aqui ficam eles:
  • Ana Silva, de Oliveira de Azeméis que leva para casa o livro Crazy as Chocolate e nos quis deixar a seguinte mensagem: "Páscoa combina com chocolate, amêndoas de chocolate, livros de chocolate..."
  • Catarina Abreu, do Funchal que nos deixou a seguinte mensagem: "Boas Páscoas e obrigada pelo passatempo!"
Obrigada a todos para participarem e até ao próximo passatempo!