quarta-feira, 21 de maio de 2014

Jeff Kinney na Feira do Livro de Lisboa

 Jeff Kinney, autor nomeado pela revista Time como uma das pessoas mais influentes em todo o mundo, vai estar, no dia 15 de Junho, pela primeira vez em Portugal.  Cabeça de cartaz da Feira do Livro de Lisboa 2014, será com chave de ouro que o Parque Eduardo VII encerrará mais uma edição da festa do livro.


Criador da colecção O Diário de um Banana, editado em Portugal pela Booksmile, chancela do Grupo 20I20 Editora, Jeff Kinney foi, em 2013, considerado o sexto autor mais bem-sucedido em todo o mundo ao somar 24 milhões de dólares, segundo dados da revista Forbes, à frente de autores bem conhecido dos leitores portugueses como Nora Roberts, Dan Brown, Stephen King, John Grisham ou David Baldacci. 


A série O Diário de um Banana, mantém-se ininterruptamente na lista de bestsellers do New York Times desde 2007, já foi traduzido para mais de 44 países, em 42 línguas, totalizando o invejável número de 115 milhões de livros editados.


Em Portugal, a coleção soma 540 mil exemplares, sendo a colecção infanto-juvenil, segundo dados GFK, mais vendida e apetecida pelos jovens leitores. A página do Facebook do Greg (www.facebook.com/diariobanana) conta com mais de 130 mil fãs. Descubra mais sobre os 11 títulos até agora publicados em Portugal - 8 da colecção principal, mais 3 extras, aqui.


O sucesso alcançado fez com que, naturalmente, as ideias de Jeff Kinney saltassem das páginas dos livros. Produzidos pela Twentieth Century Fox, os diários de Greg chegaram ao Grande Ecrã, com três filmes realizados que renderam 250 milhões de dólares. 

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Jeff Kinney vai estar no dia 15 de Junho vai estar na Feira do Livro de Lisboa, na Praça Verde, entre as 16 e as 19 horas. O autor vai, claro, falar um pouco com os fãs da colecção, respondendo a perguntas dos mais novos e pais, seguindo-se uma sessão de autógrafos.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Opinião: Um Dia Esta Dor Vai Ser Útil, de Peter Cameron

Um Dia Esta Dor Vai Ser Útil     

 Um Dia Esta Dor Vai Ser Útil
de Peter Cameron 

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 240
Editora: Marcador 




Resumo: 
Um Dia Esta Dor Vai Ser Útil é a história de um rapaz sofisticado e vulnerável com um grande apreço pelo mundo, mas sem a menor ideia de como viver nele. James tem 18 anos, é filho de pais divorciados. Eloquente, sensível e cínico, rejeita as presunções que orientam o mundo adulto que o rodeia – incluindo a expectativa de que irá para a universidade no outono seguinte.

Por ele, mudar-se-ia para uma casa antiga numa cidade pequena do Midwest. Um Dia Esta Dor Vai Ser Útil passa- se durante uns dias abrasadores de verão. Ao mesmo tempo que faz confidências à sua compreensiva avó, James boicota uma psicóloga astuta, lamenta a sua irmã pretensiosa e cria uma identidade falsa online para poder avançar com o fraquinho que sente por alguém próximo.

Rating: 4/5 

Opinião: "Um Dia Esta Dor Vai Ser Útil" é um livro docemente irónico, com o toque certo de cinismo inerente a uma adolescência solitária e introvertida. Peter Cameron merece um maior reconhecimento em Portugal e estou mesmo contente por ter sabido da existência desde pequeno livro editado pela Marcador, que pode não ser grande em tamanho mas é no resto para mim.
A adolescência nem sempre é fácil, muito menos para os que não se encaixam no padrão e que muitas vezes procuram conforto através de subterfúgios e de indirectas (por vezes imensamente discretas ao ponto de passarem despercebidas à maioria), e James relembra-nos a todos que em algum momento das nossas vidas já passámos por ocasiões semelhantes. A diferença é que para si esse é o sentimento permanente e o qual se encarrega de distribuir e reformular junto dos parentes mais próximos. Tal como indica a sinopse, este rapaz é vulnerável e sente-te desencaixado do mundo que o rodeia, mas anseia por ele no meio da neblina de tédio que o cobre, o leva a questionar as coisas com uma relativa indiferença e a agir sem querer pensar muito nas consequências ou na origem de cada gesto, sob a pena de sofrer ataques de pânico. No fundo, nega-se a si próprio e não sabe lidar com a sua voz interior, colocada cada vez mais fundo para que não se escape, não se mostre ao mundo em momento algum.
É com este cenário implementado que vamos vendo o decorrer da personagem, e a sua relação com todos os familiares (desde a mãe algo neurótica, à irmã meio snobe e empertigada, ou ao pai que deseja tudo de bom para o filho mas não sabe lidar com ele fora dos seus padrões de funcionamento) e com as poucas pessoas com que se cruza fora deste núcleo, não mais sãs que ele. Vale-lhe a avó, que o ampara nas situações caricatas e lhe traz parte do colo que ele se recusa reconhecer como necessário e desejado.
Todo este cenário ainda se torna mais completo com a chegada de uma psicóloga que nem quereria para mim, presa aos estigmas profissionais que a impedem de facto de ajudar James, mas de quem suspeito que ele até venha a sentir falta...
Quanto à condução final, gostaria de ter as últimas páginas do livro mais trabalhadas, principalmente no que resulta da exposição frontal de James consigo próprio; dado que o lapso temporal impediu visionarmos as transformações que o tempo implicava, em jeito de conclusão.
Por outro lado, o discurso de toda a narrativa, na primeira pessoa e com um toque de subtileza que mistura  introversão e exploração curiosa dos momentos entediantes de terceiros, foi uma constante sensação de dejá-vu para mim. De facto, e ainda que muito melhor resolvido que James, conheço alguém muito parecido na forma de se expressar, de ver o mundo e de testar as pessoas em seu redor (muitas vezes sem consciência) até ao ponto de ebulição que as faça explodir, perdendo a paciência ou criando juízos de valor incorrectos. Desta forma, esta personagem encarnou alguém da minha vida pessoal a determinada altura, e foi inevitável ouvir as palavras de James com uma voz diferente, como se tivesse sentados a meu lado um e outro numa troca de opiniões e galhardetes constante, e que me fez expulsar algumas gargalhadas ao tentar imaginar a pessoa real em algumas das situações vividas pela fictícia (mesmo - ou melhor, principalmente - as sem piada nenhuma).
"Um Dia Esta Dor Vai Ser Útil" não é um livro de auto-ajuda ou de psicologia, mas que pode ainda assim apelar à reflexão de pequenos momentos das nossas vidas, que passam despercebidos ao olho comum mas não ao de Peter Cameron e das suas personagens e que nos levam no doce embalo da adolescência incompreendida por um jovem que tem medo (puro!) de se conhecer a si próprio. Vale a pena e recomendo a leitura.

Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas, a Cláudia lê nos transportes públicos enquanto observa o Mundo pelo canto do olho. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado, é tão fácil encontrá-la envolvida num novo projeto como a tagarelar sobre tudo e mais alguma coisa. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

domingo, 18 de maio de 2014

Novidade: Os Aromas do Amor, de Dorothy Koomson

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Os aromas do amor de Dorothy Koomson
Tradução: Irene Ramalho
Págs.: 472
Capa: mole com badanas
O nono romance de Dorothy Koomson editado em Portugal tem como título Os aromas do amor e é publicado a 20 de Maio. A autora vem à Feira do Livro de Lisboa, nos dias 14 e 15 de Junho, para sessões de autógrafos.
Desde que, em 2006, deu a conhecer no nosso país A filha da minha melhor amiga – um enorme sucesso, já na 16.ª edição –, a Porto Editora tem vindo a publicar com regularidade a obra de Dorothy Koomson. O sucesso em Portugal é apenas parte do crescente prestígio internacional desta autora, que assinalou, em 2013, dez anos de carreira literária.

SINOPSE
Procuro a combinação perfeita de aromas; o sabor que eras tu. Se o encontrar, sei que voltarás para mim. Há 18 meses atrás, Joel, o marido de Saffron, foi assassinado, e o culpado nunca foi descoberto. Agora, fazendo os possíveis para lidar com a perda, Saffron decide terminar Os aromas do amor, o livro de receitas que Joel tinha começado a escrever antes da sua trágica morte. Quando, finalmente, tudo parece ter voltado à normalidade, a filha de 14 anos de Saffron faz uma revelação chocante que abala a relação entre ambas. E, ao mesmo tempo, o assassino de Joel começa a enviar cartas afirmando a sua inocência. Será um grande amor capaz de sobreviver à maior das perdas?

Novidade: Boa Viagem Bebé!, de Beatrice Alemagna


A viagem vai ser grande. Não me posso esquecer de nada… 

Todos os dias à mesma hora, o bebé prepara-se para fazer uma viagem. Junta o biberão, o peluche, a chucha e, claro, o seu livro preferido. O papá muda-lhe a fralda e veste-lhe um superfato de viagem. A mamã pega-o ao colo e liga o motor colorido. Despede-se do gatinho e quando chega a hora do Ó-Ó parte: boa viagem, bebé!
Uma história ternurenta que demonstra com humor como o ritual diário de ir para a cama se pode transformar numa aventura aconchegante.

1.º livro da Colecção Orfeu Mini para os ainda mais pequeninos… 

BOA VIAGEM BEBÉ!
Beatrice Alemagna

Tradução Maria Afonso
2014 | 32 pp. | 16 x 20,5 cm
EAN 9789898327369
Preço 10,90 €

JÁ NAS LIVRARIAS
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Beatrice Alemagna p
ublicou já vários livros para crianças, traduzidos para mais de 15 idiomas. O seu trabalho foi exposto pelo mundo inteiro, designadamente em Roma, Munique, Paris, Tóquio e Lisboa.

domingo, 11 de maio de 2014

Vencedor do passatempo: Tornado, de Sandra Brown

Boa noite Encruzilhados!

Nesta noite um pouco ventosa (para estes lados pelo menos), decidimos colocar o Tornado cá fora! Assim sendo, fomos consultar o random.org que nos indicou a feliz contemplada que irá receber um exemplar de "Tornado", de Sandra Brown, editado em Portugal pela Quinta Essência.

Sem mais demoras, parabéns....

Rita Carmo, de Seia!