Com a Páscoa e para quem não se pode render a chocolate, deixamos uma surpresa docinha. Após análise de todas as participações, já sabemos quem será o/a felizardo/a que ganhará um exemplar de "Uma Fortuna Perigosa", de Ken Follett - o mais recente lançamento do autor em Portugal pelas mãos da Editorial Presença!.
Sem mais demoras, e porque queremos que possas celebrar ainda dentro da época festiva, os nosso parabéns a:
Alina Dobrovolska, de Aveiro!
Para os restantes, irão surgir mais passatempos, basta que estejam atentos e participem na hora H! ;)
Summary: In When Mystical Creatures Attack!,
Ms. Freedman’s high school English class writes essays in which
mystical creatures resolve the greatest sociopolitical problems of our
time. Students include Janice Gibbs, “a feral child with excessive
eyeliner and an anti-authoritarian complex that would be interesting
were it not so ill-informed,” and Cody Splunk, an aspiring writer
working on a time machine. Following a nervous breakdown, Ms. Freedman
corresponds with Janice and Cody from an insane asylum run on the
capitalist model of cognitive-behavioral therapy, where inmates practice
water aerobics to rebuild their Psychiatric Credit Scores.
The lives of Janice, Cody, and Ms. Freedman are revealed through
in-class essays, letters, therapeutic journal exercises, an advice
column, a reality show television transcript, a diary, and a Methodist
women’s fundraising cookbook. (Recipes include “Dark Night of the Soul
Food,” “Render Unto Caesar Salad,” and “Valley of the Shadow of Death by
Chocolate Cake.”) In “Virtue of the Month,” the ghost of Ms. Freedman’s
mother argues that suicide is not a choice. In “The Un-Game,” Janice’s
chain-smoking nursing home charge composes a dirty limerick. In “The
Hall of Old-Testament Miracles,” wax figures of Bible characters come to
life, hungry for Cody’s flesh.
Set against a South Texas
landscape where cicadas hum and the air smells of taco stands and
jasmine flowers, these stories range from laugh-out-loud funny to
achingly poignant. This surreal, exuberant collection mines the dark
recesses of the soul while illuminating the human heart.
Rating: 1/5 Review: I received a copy of this ebook trough NetGalley in exchange of a honest review. I was very curious about "When Mystical Creatures Attack!" because not only the cover was different but also the synopsis created some anticipation. Unfortunately, this wasn't a good reading for me and I'm going to explain why. The idea of having the story told by letters, small notes, emails and similar written ways was appealing but it didn't result in a favorable way. As we are told, the story starts with the nervous breakdown of Ms. Freedman and she is sent to a clinic to treat herself. Due to her disappearing, some of her students (who actually don't have such great relationship with her) were worried and started a flow of messages that (may or may not) reached her. However, this part of the story didn't continue and went in a direction somewhat chaotic, disconnected and rushed. The messages talked essentially about things that happened in the past but that could exist as independent notes. In a book without other ways to tell its story, the link between every passage should have been carefully thought. At the same time, there were many temporal gaps between each chapter, some shorter and others very long which (and even if they were created that way on purpose to create a dynamic in the plot) gave different rhythms to the story and an odd experience for the reader. Other thing that annoyed me was the fact that sometimes we were reading the thoughts of the characters and others the letters and there wasn't a proper identification between the two modes. The characters, specially Janice, were not much easy to like and sometimes it was difficult to me to continue following their story. And that story even didn't followed the first plot, since (a little spoiler here so please skip ahead if you don't want to read it) the teacher disappeared in almost half of the book and we continued with that odd girl with the power to annoy me (end of spoiler). In the end, I was expecting a book that approach mental illness with a responsible perspective, that showed with humor but responsibility that the mind is still something fragile and that some people need help to deal with that without being considered crazy. And that the help should come from concerned professionals and not from some jailers. And believe me, I saw all the metaphors and ironies and jokes created around it and the diverse tentative that Kathleen Founds did to make the book enjoyable and all the things I refereed that were needed. I just have a different vision from her and couldn't enjoy it. Maybe next time.
Cláudia
About the author:
Addicted to the library Claudia loves to read on the move and we can
usualy find her sitting in a train or bus reading while commuting to and
from work. But don't be fooled she is also keeping an eye on the
landscape and all around her. She is an avid defender of sustainability
and volunteering and it's as easy to find her starting a new project as
it is to find her chatting with her friends. She is a dreamer and loves
good stories so she keeps looking for them in her personal life.
Regina Ashton já recusou tantos pretendentes à sua mão que a alta-sociedade londrina a considera uma snobe sem coração. Não podiam estar mais enganados. Órfã desde cedo, Regina é a sobrinha superprotegida de Lord Edward e Lady Charlotte Malory, a quem é muito difícil agradar. Aos olhos dos tios, nenhum dos jovens candidatos é suficientemente bom. Cansada de tão infrutífera busca, a jovem sai de casa numa noite escura, decidida a informá-los de que não pensa casar… nunca! Mas o seu plano coloca-a no sítio errado à hora errada, e é raptada por engano. A sua ira perante a arrogância do raptor, Nicholas Eden, vai inesperadamente dar lugar a sentimentos contraditórios de paixão e vergonha. Aquela noite não mais lhe sairá da cabeça.
O Visconde Nicholas Eden também tinha um plano: dar uma lição à sua amante descontente, raptando-a ao abrigo da noite. Não contava enganar-se na pessoa e arruinar a reputação de uma menina de família. Mas agora, movido pelo desejo mais desenfreado que alguma vez sentiu, é a custo que reconhece que nunca poderá casar com Regina, apesar do escândalo que paira sobre eles.
Implacável, é o destino que os uniu a afastá-los irremediavelmente, ainda que ambos saibam que um amor assim só se vive uma vez…
Johanna Lindsey já vendeu mais de cinquenta milhões de exemplares das suas obras, traduzidas em doze línguas. Tendo escrito mais de quarenta romances (todos eles um sucesso de vendas), é uma das escritoras românticas mais conhecidas no mundo inteiro. Os seus romances históricos abrangem todo o tipo de épocas e lugares, desde a Idade Média ao Velho Oeste americano, mas a série que mais sucesso lhe granjeou foi a saga da família Malory, do período da Regência.
Um misto de A Mulher do Viajante do Tempo e Matrix – um romance empolgante e cheio de ação!
Em 2009, o jovem Jackson Meyer é um rapaz normal de 19 anos: estuda,
tem uma namorada… e consegue viajar no tempo. Mas não é como no cinema -
durante os seus «saltos» para o passado, nada muda no presente – tudo
não passa de uma diversão inofensiva.
Isto é, até Jackson e a sua namorada, Holly, serem atacados por
desconhecidos e Holly morrer com um tiro. Em pânico, Jackson recua
acidentalmente no tempo dois anos, mas aquele não é como os seus saltos
temporais anteriores. Jackson descobre que ficou preso no passado e não
consegue voltar ao futuro.
Desesperado por voltar e salvar Holly, mas incapaz de regressar ao
ano certo, Jackson resolve continuar a sua vida em 2007, tentar
descobrir o que puder sobre as suas capacidades e conhece Holly… de
novo. Em breve descobre que nada na sua vida é o que parece ser,
incluindo o seu próprio pai.
Não muito tempo depois, as pessoas que dispararam sobre Holly,
membros de um grupo apelidado pela CIA de «Inimigos do Tempo», vêm a sua
procura para recrutá-lo… ou matá-lo.
Com tudo aquilo a acontecer e ainda a tentar encontrar pistas sobre
as origens da sua família para descobrir mais sobre as suas capacidades,
Jackson tem de decidir até onde está disposto a ir para salvar Holly… e
possivelmente o mundo.
Hoje, Jackson e Holly estão apaixonados.
Amanhã, ela irá morrer nos seus braços.
Ontem, ele tem de desfazer tudo…
Rating: 4/5
Comentário: Fico sempre com receio destas comparações e de usos de referências de outros livros para enquadrar um emergente no mercado literário. No caso de Tormenta, de Julie Cross, há muito que conhecia o título e a sinopse original não me seduziu por aí além. Viagens no tempo, histórias de amor tradicionais, parecia-me um pouco mais do mesmo. Felizmente cruzei-me novamente com este livro assim que saiu a edição portuguesa, e apesar de manter na apresentação as temáticas principais, soube despertar-me a atenção com algumas nuances. Para variar, a referência a A Mulher do Viajante do Tempo (um dos meus livros preferidos) e a Matrix chamaram-me a atenção e despertaram-me a curiosidade.
E tenho de começar esta opinião por aqui porque percebo o porquê destes dois elementos de referência terem sido identificados, mas também o quanto Tormenta impõe de originalidade no meio de alguns clichês q.b. para valer por si só.
Se pegarem neste livro à espera de grandes romances de tirar literalmente os pés do chão....vão encontrá-lo, mas não tão acentuado e da forma que esperam. Esta foi uma das agradáveis surpresas que a autora me trouxe e que tornaram esta leitura mais prazerosa.
Jackson é um adolescente completamente normal. Sentimos-lhe na pele os anseios da juventude, desde o desejo reprimido de estar sempre com a namorada (relação com a qual não surge da forma que esperava ao início), às preocupações da faculdade e dos preâmbulos do futuro, passando pela dor da perda, a responsabilidade perante as suas ocupações extracurriculares e a necessidade de corresponder a uma agenda preenchida e bastante agitada. E no mesmo disto tudo, sobressai como outra característica a capacidade de viajar no tempo. Assim sem mais nem menos, como mais uma parte de si que é uma mescla das restantes e com a qual ele tem de lidar diariamente, mesmo quando não lhe é muito prático.
É exactamente quando esta característica (mais do que um dom) acaba por se diferenciar dos outros elementos que o compõem que a balança do destino vira e é a partir do recuo para dois anos do passado referido na sinopse que finalmente conhecemos esta personagem, para além de todas as camadas superficiais e socialmente aceites, com angústias, arrependimentos, dúvidas existenciais e uma enorme necessidade de consertar o que se calhar não tem conserto.
Para variar, foi com enorme prazer que retornei a uma personagem principal masculina, mas que é essencialmente muito humana. Não é o super-herói que poderia ser, nem o engatatão a quem todas caem aos pés, nem sequer o herói do cavalo branco. É Jackson, um rapaz normal que por acaso viaja no tempo.
A partir do momento em que tudo se transforma, a acção é acelerada e os acontecimentos bastante repentinos. Acompanhamos o encadeamento da acção com bastante rapidez, mas sem por isso confundir o leitor, e gerando um entusiasmo pela diferença. Especialmente a meio do livro, o enredo tendeu numa direção totalmente inesperada para mim mas a qual recebi com bastante agrado. Senti mais do que nunca que apesar que não achar que Julie Cross tenha inventado a pólvora, estava a ler algo de facto original.
As personagens que acompanham Jackson nesta aventura inicial são bastante interessantes, especialmente o Adam, que no seio de pensamentos e formulações dignas de um géniozinho, é também bastante humano e fiel. Quanto a Holly, é uma personagem da qual ainda não sei bem o que pensar, mas no geral gostei da prestação dela exactamente pelo grau de imprevisibilidade que lhe assistia.
Todas as restantes personagens secundárias, desde os Inimigos do Tempo a um certo grupo secreto da CIA acabaram por deixar uma interação de segundo plano com enorme destaque na diretiva principal e que tornou este livro muito mais interessante.
No seio de toda a acção são colocadas uma série de questões que não senti que tenham sido respondidas neste primeiro volume. Mas à semelhança dessas, foram largadas ao longo das últimas páginas várias pistas que certamente se converterão em esclarecimentos no segundo livro (e que quase que aposto que sei em que direção estas nos levam, mas Julie Cross já me habituou a algumas trocas de voltas).
É caso para dizer que consegui ver as semelhanças enunciadas entre as duas obras já referidas, A Mulher do Viajante do Tempo e Matrix, não porque sejam iguais ou sequer porque se enquadrem nos universos enunciados, mas porque em última instância existem uns rasgos de verosímilhança que servem de elementos identificativos, sem se camuflarem pelo enredo original. Recomendo!
A 20 de março é publicado Hotel Sunrise, o mais recente livro da escritora bestseller Victoria Hislop, que passa assim a integrar o catálogo da Porto Editora. Desde que lançou A Ilha, o seu romance de estreia que já vendeu mais de 3 milhões de exemplares em todo o mundo, a autora tem mantido um sucesso que se estende também a Portugal, onde é muito acarinhada pelos leitores.
SINOPSE
Famagusta, no Chipre, é uma cidade dourada pelo calor e pela sorte, o resort mais requisitado do Mediterrâneo. Um casal ambicioso decide abrir um hotel que prime pela sua exclusividade, onde gregos e cipriotas turcos trabalhem em harmonia.
Duas famílias vizinhas, os Georgious e os Özkans, encontram-se entre os muitos que se radicaram em Famagusta para fugir aos anos de inquietação e violência étnica que proliferam na ilha. No entanto, sob a fachada de glamour e riqueza da cidade, a tensão ferve em lume brando...
Quando um golpe dos gregos lança a cidade no caos, o Chipre vê-se a braços com um conflito de proporções dramáticas. A Turquia avança para proteger a minoria cipriota turca, e Famagusta sucumbe sob os bombardeamentos. Quarenta mil pessoas fogem dos avanços das tropas.
Na cidade deserta, restam apenas duas famílias. Esta é a sua história.
A Porto Editora publica, a 27 de março, Fantasia para dois coronéis e uma piscina, de Mário de Carvalho, romance agraciado com o Prémio PEN Clube Português Ficção 2003 e com o Grande Prémio de Literatura ITF/DST.
Neste livro, protagonizado por dois coronéis reformados do Exército, ex-combatentes da Guerra Colonial, Mário de Carvalho faz, como nos tem vindo a habituar, uso da sátira para promover uma reflexão sobre a sociedade portuguesa do início do século XXI – questionando mesmo, no final do livro, se «Há emenda para este país?».
O Encruzilhadas Literárias é um blog literário gerido por duas amigas. Uma vive em Portugal e gosta de livros históricos, não-ficção, mistério e de coisas diferentes. A outra vive no Reino Unido e gosta de ler livros infantis, infanto-juvenis e Young Adult. Isto ajuda em muito a sua amizade porque assim não pedem livros emprestados uma à outra que nunca devolvem.
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