segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Review: Stay Up With Me, by Tom Barbash



Stay Up With Me
by  


Edition: 2014
Pages: 229
Editor: Simon & Schuster UK





Summary: 

The stories in Tom Barbash's evocative and often darkly funny collection explore the myriad ways we try to connect to one another and to the sometimes cruel world around us. The newly single mother in 'The Break' interferes with her son's love life over his Christmas vacation from college. The anxious young man in 'Balloon Night' persists in hosting his and his wife's annual watch-the-Macy's-Thanksgiving-Day-Parade-floats-be-inflated party, while trying to keep the myth of his marriage equally afloat. The young narrator in 'The Women' watches his widowed father become the toast of Manhattan's midlife dating scene, as he struggles to find his own footing.
The characters in Stay Up With Me find new truths when the old ones have given out or shifted course. Barbash laces his narratives with sharp humor, psychological acuity, and pathos, creating deeply resonant and engaging stories that pierce the heart and linger in the imagination.

Rating: 2/5

Review: 
I will start this review by saying that I received an online copy of this book through Netgalley in exchange of a honest review.

I admit that usually short stories are not for me. Even so, I like to give it a try from time to time and  I tend to find authors that make me fall in love with their work. For that reason and since Tom Barbash is so much praised, I wanted to give a try to the Stay Up With Me collection.
Unfortunately, I didn't find any connection with the stories and the characters. All of them all started with good premises that made me curious and anxious to keep reading but then there was always something missing to make them fully attractive and interesting to the reader.
In stories of this length, authors tend to go with open endings, specially because they mostly tell moments that are insert on daily basis lives. They are windows to someone existence and when the reader goes away, they are suppose to continue in their minds and in perpetual continuity. But still the reader needs to feel some closure to that small moments presented to him. The reader needs to feel connected to at least a little bit part of the story and to create empathy with the characters. And I couldn't do it with any of them.
I thought the short story about the party could have been one of them if the ending hadn't had such abruptness and wasn't so empty.
Besides that I still think I have to rate the book as 2 stars because I liked the concept, the beginning of the stories, the creativity behind it and the connection between the title's book and all the different themes in each story.

Cláudia
About the author:
 
Addicted to the library Claudia loves to read on the move and we can usualy find her sitting in a train or bus reading while commuting to and from work. But don't be fooled she is also keeping an eye on the landscape and all around her. She is an avid defender of sustainability and volunteering and it's as easy to find her starting a new project as it is to find her chatting with her friends. She is a dreamer and loves good stories so she keeps looking for them in her personal life.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Passatempo: Doce Tortura, de Rebecca James

Boa noite Encruzilhad@s!

Hoje acabamos o dia com uma fantástica surpresa. Em parceria com a Penguin Random House temos um exemplar de Doce Tortura de Rebecca James para oferta.

Descubram mais sobre o livro antes de participarem.

Doce Tortura
de Rebecca James
 
Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 384 
Editora: Suma de Letras 
Sinopse
Tim encontra um quarto para alugar, mas há uma condição para que o possa arrendar: Terá de fazer todos os recados à dona do quarto, uma mulher muito reservada e pouco amistosa, que nunca abandona a casa. Começam a acontecer coisas estranhas na casa e, ao mesmo tempo que o desconforto de Tim vai aumentando, crescem também os seus sentimentos pela bela e misteriosa dona da casa. Que tipo de pessoa será: alguém que merece compaixão, alguém para amar ou alguém para temer?


Curiosos para saberem mais?
Para se habilitarem a receber um exemplar deste livro só tem de seguir as regras e completar o formulário. Depois é tudo uma questão de sorte!

Regras do passatempo
1) O passatempo decorre até às 23h59 do dia 15 de Agosto de 2015.
2) Todos os dados solicitados (incluindo Nick de Seguidor) devem ser devidamente preenchidos e completos.
3) Só serão aceites uma participação por pessoa e morada, em todo o território português (Portugal Continental e Ilhas).
4) O/A vencedor/a será sorteado de forma aleatória (random.org), sendo o resultado anunciado na página do blog e o contacto efectuado por e-mail.
5) O Encruzilhadas Literárias e/ou a Editora não se responsabilizam pelo extravio ou danos causados pelos CTT nas encomendas enviadas.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Calling all authors!

As part of our go international program we have today been contacted by Inkitt. 

Inkitt is an free platform to help authors reach their full potential and build a reader base; and they have just launched a new Fantasy writing contest : "Hither and Thither". (Click on the title to know more.)

So this is a shout out to all authors that might be interested in giving it a go! May your pens never run out of ink and your minds of ideas!


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Opinião: Mistério na Cornualha, de Liz Fenwick



Mistério na Cornualha

de Liz Fenwick
 
Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 320





Resumo:  
Abrirá ela o coração ao amor?

Há um velho ditado na Cornualha: «Salva um desconhecido do mar e num inimigo ele se vai transformar...»
Quando a avó fica demasiado frágil para viver sozinha, Gabriella Blythe muda-se para a pequena e remota cabana em Frenchman’s Creek onde a sua avó reside há várias décadas. Outrora uma artista consagrada, os dias de Jaunty estão a chegar ao fim, mas ela ainda é assombrada por acontecimentos do seu passado, especialmente pelo naufrágio do Lancasteria durante a guerra.
Tudo corre bem até que um belo desconhecido chega durante uma tempestade, em busca de ajuda. Fin recebeu um legado de família: uma aguarela delicada de um barco à vela que o conduz àquela bela zona da Cornualha. Quando Fin começa a desvendar as pistas do quadro, é atraído para as vidas de Gabe e Jaunty, desvendando uma notável história de identidades trocadas e de traição…
No seu delicioso novo livro, Liz Fenwick tece uma história de romance e intriga passada na bela costa da Cornualha.

«Uma história tocante de amor e perda.»
Novelicious

«Uma história maravilhosa sobre os difíceis tempos da guerra, amores perdidos e segredos capazes de mudar o futuro. Absorvente e fabuloso!»
Kraftireader

«Fascinante, belo, misterioso, romântico e cativante. Liz Fenwick escreve histórias que são impossíveis de largar.»
victorialovesbooks
  
Rating: 3/5
Comentário: Este é o terceiro livro que leio de Liz Fenwick e é evidente o fascínio patente pela Cornualha. Não só porque de uma forma ou de outra, ela inclui a palavra nos títulos dos seus livros, mas também porque enaltece a região com descrições de paisagens que nos transportam para o local: não muito extensas, mas o suficiente para nos deslocarem para uma realidade sensorial em que o azul da água, o cheiro das flores e os sons líricos da natureza nos tocam. 
Em Mistério na Cornualha, a autora surpreende com duas personagens femininas muito fortes, cada uma à sua maneira, tanto nas fragilidades como nas apetências para a criatividade e para a cobertura de segredos.
Gabriella volta a casa, que lhe guarda recordações de infância e lhe cria refugio de temores mais recentes, também com o intuito de passar os últimos dias de vida da avó Jaunty com ela, e desta forma ampará-la.
Cada uma com os seus traumas e desafios, as duas mulheres encontram no isolamento da cabana que lhes proporcionou as últimas duas décadas de memórias e vivências uma forma de recomeçar, reconstruir, aceitar que as feições nem sempre correm a nosso favor e procurar soluções de apaziguamento e encontro com a sua consciência. 
Com um discurso dual entre passado e presente, a forma como a autora montou a estrutura foi por vezes confusa, especialmente quando iniciava a explanação de factos passados em itálico e os continuava normalmente, exigindo uma maior atenção na distinção dos vários momentos temporais. Como registo, enuncio ainda o lado melancólico que ainda não tinha sentido em nenhum dos livros da sua autoria, e que não só era vísivel por alguma enunciação de palavras, mas também pela condução do enredo, pela interação de personagens, pela apresentação lírica de elementos na envolvênvia, trazendo-nos a cada página pequenas surpresas, mas seguindo-as de uma languidez de discurso que cortava o impacto da descoberta. Este foi para mim um dos aspectos contribuiu para o defraude das minhas expectativas quanto a este livro, não necessariamente por terem sido mal conduzidas, mas porque não as esperava e/ou pretendia obter numa leitura do momento.
Quanto às personagens secundárias, e como já vem sendo frequente nos seus livros, elas têm profundidade e complexidade para poderem ser melhor exploradas, uma vez que, e seguindos os padrões habituais, estas se centram e direcionam totalmente para a trama principal estabelecida pelas duas personagens-chave. 
Ainda assim, desde a força e inspiração redentora de Hanna, aos momentos de descontração de Max e à bisbilhotice de uma comunidade local bem intencionada e pronta a ajudar em qualquer crise, esta conjugação de elementos trouxeram para o livro as nuances que já vêm sendo habitais na autora, de celebração do poder da comunidade e da entreajuda.
Quanto a Fin. gostaria que a sua personagem se tivesse afastado mais do papel do redentor, que me parece injusto e inapropriada ao atender à messagem de resolução e emancipação que a autora tenta conquistar em favor das suas personagems. E ainda que a personagem seja dotada de pequenos elementos que pretensamente o retratam como anti-herói, a verdade é que ele nunca chega a sê-lo.
No geral, senti-me bem acompanhada nos últimos dias, tendo-me sido proporcionada uma leitura ainda assim envolvente, onde a paixão pela interligação de personagens e lugares é latente, e que ofereceu uma imersão completa no enredo. 
Apesar de tudo, e dentro do registo do romance feminino (o qual quem nos acompanha já sabe que não é o meu forte), Liz Fenwick continua a surpreender-me e está a tornar-se uma autora que pretendo acompanhar. Ela é toda doçura, paixão pela etnografia dos lugares e redenção - e os seus livros são reconfortantes por esse motivo.
 
Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas, a Cláudia lê nos transportes públicos enquanto observa o Mundo pelo canto do olho. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado, é tão fácil encontrá-la envolvida num novo projeto como a tagarelar sobre tudo e mais alguma coisa. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Opinião: P.S., Ainda te Amo, de Jenny Han


PS. - Ainda te Amo
de Jenny Han
 
Edição/reimpressão: 2016
Páginas: 272
Editor: Topseller





Resumo:  
Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito atribulada, pelo menos na sua imaginação. Ela jamais imaginou que as cartas que escreveu a despedir-se dos rapazes por quem se apaixonou, mas a quem nunca teve coragem de confessar o seu amor, chegassem às mãos dos seus destinatários. E por causa disso meteu-se numa grande confusão. Para escapar à vergonha, começou um namoro a fingir com o Peter Kavinsky.
Lara nunca esperou apaixonar-se a sério pelo Peter. E por isso está mais confusa do que nunca.
Agora, ela terá de aprender a estar num relacionamento que, pela primeira vez, não é a fingir. Porém, quando um outro rapaz do seu passado reaparece na sua vida, Lara percebe que também nutre por ele sentimentos mais profundos. Será possível uma rapariga estar apaixonada por dois rapazes ao mesmo tempo?
Uma história delicada e encantadora, que nos mostra que o amor não é fácil, mas que é por isso mesmo que é tão fascinante apaixonarmo-nos.

Rating: 4/5

Comentário: Jenny Han já habituou os e as leitores(as) com os seus livros açucarados mas simultaneamente sóbrios, que aquecem corações sem se tornarem especialmente cor de rosa. Para mim, ela é uma Meg Cabot para adolescentes um pouco mais velhos e com uma dose de doçura, sensibilidade e uma pitada certa de humor, torna os seus livros apetitosos e bons para descontrair.
Em PS. - I Still Love You (continuação do To All The Boys I've Loved Before), o enredo centra-se no romance ou nos ideias românticos de Lara Jean, contrariamente ao primeiro volume, onde apesar de tudo eram as relações fraternas e de amizade e lealdade que pautavam as principais linhas orientadoras do livro.
Neste segundo volume, Lara terá de confiar no seu instinto, mesclando-o com as dúvidas típicas da adolescência, onde surgem constantemente reflexões sobre a identidade e o desenvolvimento, o poder das escolhas e as suas consequências, a motivação diferenciada de cada jovem no seu percurso de crescimento pessoal e também, a aventura dos primeiros amores e a importância da contribuição em retorno, seja através de ações de voluntariado, seja através de dávidas a familiares e amigos.
As personagens secundárias tornam este livro muito mais vibrante, especialmente Kitty, de quem serei uma eterna fã pelo seu ar desembaraçado e pragmático, leal e seletivo, com um sentido de humor peculiar e um nível de resmunguice que a torna simultaneamente amorosa. É a típica irmã mais nova que nos colocaria os cabelos em pé, mas da qual nos rodearíamos em caso de precisarmos de apoio ou de alguém que nos defendesse, independentemente da sua idade.
Os novos habitantes do lar onde Lara Jean colabora, assim como as novas caras provenientes do passado, acabam por contribuir para um enredo mais homogéneo, numa lógica de complementaridade que não rouba atenção ao enredo principal, mas que até o aprimora, escondendo as arestas mais frágeis que o compõem. 

Para quem gostou do primeiro, será uma óptima leitura, embora confesse que o primeiro teve o condão de me derreter mais facilmente. É uma duologia fofinha, que chega ao fim de uma forma muito fiel ao primeiro enredo apresentado, criando um elemento especial de conexão entre os dois livros. 

Nota: Opinião publicada originalmente em julho de 2015 através da leitura da edição original.
 
Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas, a Cláudia lê nos transportes públicos enquanto observa o Mundo pelo canto do olho. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado, é tão fácil encontrá-la envolvida num novo projeto como a tagarelar sobre tudo e mais alguma coisa. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.