sábado, 1 de abril de 2017

Opinião: Os Filhos do Vento e do Mar, de Sandra Carvalho (Editorial Presença)


 

Filhos do Vento e do Mar
de Sandra Carvalho
 
Edição/reimpressão: 2017
Páginas: 328
Editor: Editorial Presença 
  





Resumo:
Forçadas a fugir de Águas Santas para escapar à fúria de Tomás Rebelo, Leonor e Guida chegam ao porto de Lisboa e confrontam-se com Corvo, o famoso pirata sobre o qual se contam tantas lendas. Horrorizada com a descoberta de que é filha de Diogo, o Açor, Leonor decide disfarçar-se de rapaz quando Corvo a obriga a embarcar no seu navio, protegendo-se assim dos impulsos masculinos. Inconformada com o seu destino, Leonor resolve fazer tudo para escapar aos piratas. Porém, com o passar do tempo, sente a herança do Açor a despertar dentro dela. O segredo que ensombra o passado de Corvo começa a inflamar a sua curiosidade, enquanto estabelece amizade com os homens que tanto temia. Conseguirá ela regressar a Águas Santas e desmascarar a perversidade de Tomás Rebelo, ou o apelo da liberdade e da aventura, conjugado com a vontade de conhecer o seu verdadeiro pai, tornar-se-á irresistível?

Rating: 4/5
Comentário: "Com os Filhos do Vento e do Mar", Sandra Carvalho chegou ao cerne da temática já enunciada para a trilogia sobre a descoberta dos Açores.
Foi um prazer retornar ao universo de Leonor e Guida, especialmente depois de as ter deixado há dois anos num momento crucial de mudança nas vidas das suas jovens. "O Olhar do Açor", o primeiro volume desta saga, foi uma leitura de descoberta (sendo o primeiro livro que da autora em causa) de um novo universo, e tenho para mim que, apesar de ser uma leitura da qual gostei bastante (podem ler a minha opinião aqui), constituiu um esforço de longo alcance, quase que à semelhança de uma prequela, para chegar ao início de "Filhos do Vento e do Mar". Proventura a autora já terá iniciado a redacção da série com uma narrativa em mente, que justifica  o processo narrativo até agora, mas talvez por causa do chamariz da sua promoção (a descoberta dos Açores) assim como uma capa que apelava desde início a mar e a aventura, lembro-me que passei a narrativa anterior a ansiar pelos "barcos". E é precisamente nesse ponto que a autora nos deixou no final do volume passado: numa chegada atribulada ao porto de Lisboa.
Para quem não leu ou já não tem muito presente a história do primeiro volume, não é fácil captaro rumo narrativo, embora possa se possa sentir alguma falta de sustento na compreensão das sequências motivacionais das personagens. Diria, no entanto, que sendo quase que paralela perante a trama inicial, com uma panóplia que personagens novas que preenchem as páginas e as emoções desta continuedade narrativa, não será o impedimento se quiserem saltar o primeiro livro (embora não o aconselhe) directamente para este.
A realidade aristocrática de "O Olhar do Açor" é substituída pelo pragmatismo e pela venturança de "Filhos do Vento e do Mar", onde as duas jovens que incutem o rumo ao enredo se vêem perante novos desafios e necessidades, que as obriga a repensar os seus valores, certezas e meios de sobrevivência. Naturalmente, e tratando-se de um enredo que se quer inserido num tempo histórico, os posicionamentos das personagens estão adaptados à época e pretendem dar voz a considerações consonantes. Como tal, nem sempre é fácil associar-nos à Leonor e gostar dela enquanto personagem, mas tal como as restantes com quem ela interage, existe um prazer em vê-la desabrochar e tornar-se mais real e menos caricatura. É ainda curioso que a realção entre ela e Guida seja repleta de dualidades e subterfúgios, onde a oscilação entre uma e outra contrabalança a postura do par perante o resto do Mundo, mesmo quando estão mais afastadas.
Quando ao novo leque de personagens, Corvo e a sua tripulação criam um conjunto vivo da vida em alto mar, cheio de prestações acutilantes, rápidas e de acção de continuidade, mas também descobertas, aventura, pujança e muita camaradagem de alto mar. O contraste de realidades assim como a constantação de que as necessidades sentidas poderão não ser colmatadas junto dos contextos que lhes são familiares trazem um confronto entre o passado e o presente, as atracções superficiais são substituídas por anseios mais profundos e o encadeamento da acção deixa tudo em aberto para o desfecho do terceiro livro, que se espera que chegue em breve!
A dinâmica do fantástico continua presente, mas desta vez não tão preponderante, e confesso que me atraiu mais esta dinâmica, aliando-se dons sobrenaturais às personagens e não brilhando na sua vez. 
Por fim, não posso deixar de mostrar entusiasmo por finalmente começarmos a desvendar o véu que cobre a vida de Açor, e começar a escortinar quem é o homem de quem todos falam mas com o qual ainda convivemos pouco.
Esperam-se mais aventuras para o próximo volume, sobre o qual estou bastante expectante, e ainda que várias pistas tenham já desvendado alguns dos acontecimentos que de certeza irão suceder-se, faltam ainda uma série de nós para unir toda a trama. Será que finalmente chegamos aos Açores? Espero que sim! Há um certo encontro familiar que vai agitar as águas marítimas por aqueles lados!
Em jeito de curiosidade, e depois de recordar o nome da trilogia, "Crónicas de Terra e Mar", cheguei à conclusão de que o primeiro volume se focou em Terra, o segundo no Mar, e que o terceiro será provavelmente uma mescla de ambos. E com esta conclusão termino esta opinião, em jeito de piscadela de olho.

Livro cedido pela Editorial Presença em troca de uma opinião honesta sobre a experiência de leitura. A editora não se responsabiliza nem detém qualquer influência no conteúdo apresentado na opinião.

«Estas e outras novidades no site da Editorial Presença aqui»
 
Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas, a Cláudia lê nos transportes públicos enquanto observa o Mundo pelo canto do olho. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado, é tão fácil encontrá-la envolvida num novo projeto como a tagarelar sobre tudo e mais alguma coisa. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

#On my shelf booktag 3

Este será o meu último post do desafio #onmyshelf que vimos no canal da Booktuber Ariel Bissett. Podem ler as partes um e dois aqui.

Regras:
1. Escolher uma combinação aleatória de dois números, o primeiro para prateleira, o segundo para o livro. Este passo foi realizado com a vossa ajuda na nossa página de Facebook!
2. Apresentar o livro.
3. Falar um pouco dele (se é dos favoritos, se ainda não o leram, porque foi comprado, etc)

4-36
O Oceano no Fim do Caminho de Neil Gaiman
Editado em Portugal pela Editorial Presença

Um dos meus livros favoritos de 2014. Podem ler a minha opinião aqui.







5-38
Mistletoe and Murder de Robin Stevens

Este é o último livro que saiu da saga A Murder Most Unladylike e o único que ainda não li. Estou super animada para o ler mas ao mesmo tempo o próximo livro da saga só sai em Janeiro de 2018. Percebem o meu problema?




8-30
Anna e o Beijo Françês de Stepanie Perkins
Editado em Portugal pela Quinta Essência

Um livro ao qual demos 4 estrelas e um dos nossos favoritos. Leiam as nossas opiniões a esta fofura aqui.





7-38
A Analfabeta Que Era Um Génio dos Números de Jonas Jonasson
Editado em Portugal pela Relógio d'Água

Este livro foi-me oferecido pela Cláudia. Ainda não o li mas parece ser divertido e espero um dia, quando a pilha de livros para ler diminuir (AHAHAHAH!) que o consiga ler.





5-20
The Last Hero de Terry Pratchett (ilustrado por Paul Kidby)

Este é um livro ilustrado passado no infame Discworld de Terry Pratchett. Sou fã da série e de momento faltam-me uns 5 livros para ter todos os volumes (que admito coleccionei em várias línguas, formatos e feitios!).
Está na minha lista de livros para ler este ano e espero chegar a ele em breve!

segunda-feira, 27 de março de 2017

Opinião: A Célula Adormecida, de Nuno Nepomuceno


 
A Célula Adormecida

de Nuno Nepomuceno


Edição/reimpressão: 2016
Páginas: 592
Editor:TopBooks





Resumo:
Em plena noite eleitoral, o novo primeiro-ministro português é encontrado morto. Ao mesmo tempo, em Istambul, na Turquia, uma jornalista vive uma experiência transcendente. E em Lisboa, o pânico instala-se quando um autocarro é feito refém no centro da cidade. O autoproclamado Estado Islâmico reivindica o ataque e mostra toda a sua força com uma mensagem arrepiante.

O país desperta para o terror e o medo cresce na sociedade. Um grande evento de dimensão mundial aproxima-se e há claros indícios de que uma célula terrorista se encontra entre nós. Todas as pistas são importantes para o SIS, sobretudo quando Afonso Catalão, um reputado especialista em Ciência Política e Estudos Orientais, é implicado.

De antecedentes obscuros, o professor vê-se subitamente envolvido numa estranha sucessão de acontecimentos. E eis que uma modesta família muçulmana refugiada em Portugal surge em cena.

A luta contra o tempo começa e a Afonso só é dada uma hipótese para se ilibar: confrontar o passado e reviver o amor por uma mulher que já antes o conduziu ao limiar da própria destruição.

Com uma escrita elegante e o seu já tão característico estilo intimista e sofisticado, inspirado em acontecimentos verídicos, Nuno Nepomuceno dá-nos a conhecer A Célula Adormecida. Passado durante os 30 dias do Ramadão, este é um romance contemporâneo, onde ficção e realidade se confundem num estranho mundo novo e aterrador que a todos nós nos perturba. Um thriller psicológico de leitura compulsiva, inquietante, negro e inquestionavelmente atual.




Rating: 3/5

Comentário: O último livro de Nuno Nepomuceno foi uma surpresa quando chegou ao mercado editorial, tendo estado fechado a sete chaves de tal forma que surpreendeu até quem acompanha o seu trabalho de perto. Bem recebido pelo público em geral, rapidamente esgotou a primeira edição e foi uma das minhas últimas leituras do ano passado, cuja opinião se arrastou até agora. Isto de ser blogger tem o seu encanto mas por vezes queremos só ler e sentir, deixando esta parte de reflexão e análise para depois. Foi o que fiz em parte com este livro, na medida em que o li numa leitura conjunta com a Cata do Páginas Encadernadas, e inevitavelmente fomos trocando opiniões durante todo o processo.
"A Célula Adormecida" não deixa de ser um livro actual, nem pode deixar de sê-lo, atendendo ao mundo que vivemos que hoje. Arrisco-me a dizer sem medo que este terá sido também um factor de peso para todos os que adquiriram o livro nestes últimos meses. Ninguém quer imaginar o que seria ver/acontecer tragédias que já se perpetuam em outros destinos europeus neste nosso canto ao mar plantado. Mas ainda assim, o factor risco e a possibilidade que infelizmente nunca poderemos descartar, leva a que um quase voyeurismo que nos imerge nesta necessidade de pensar nos "e se?" e "como faríamos no caso de?".
Considero também uma leitura necessária, cada mais, numa lógica de desmistificação de conceitos, preconceitos e estereótipos, para o bem de todos os que pretendem viver numa sociedade mais sã e sadia, de pensamento e de vivências. Não é de todo um livro pregador, mas a clarificação de acontecimentos, momentos, práticas religiosas, incursões culturais e muito mais, são tentativas claras de separação do trigo do joio e de elevação moral com a qual concordo e defendo, ainda que por vezes se caia na falácia de abordar uma situação complexa como exemplificativa em dois extremos ideológicos, esquecendo-se do espectro multifacetado e diversificado existente entre ambos. Ainda assim, julgo que foi uma abordagem propositada, especialmente numa época em que todas estas questões são sensíveis e essa exigência de separação de conceitos e procedimentos muitas vezes tão confundidos pela opinião pública, era preponderante e necessária para abordagens que vão para além da leitura e que contribuem para questões de cidadania.
Dito isto, vamos voltar-nos para o enredo. Quando li a sinopse, imediatamente veio-me à mente um filme que tinha visto há largos anos, chamado precisamente "A Célula", com o Denzel Washington e a Annette Bening. Cedo me apercebi que tinha de limpar a mente e esquecer-me do enredo associado ao filme em causa para desfrutar da trama.
O autor já nos habituou ao seu estilo de narrativa: descritivo, indutor, com muita acção e capacidade de criar reviravoltas que surpreendem o leitor mais desatento. Estão também feitas para não serem desvendadas, ainda que um olhar mais acutilante chegue lá com alguma precisão. Mesmo sem um volte face constante, a narrativa prende atendendo à rapidez dos acontecimentos e também à sua colocação espacio-temporal restrita e bem definida.
Gostei da adrenalina que proporcionou, sendo uma leitura, rápida, fácil e bem conseguida, que mistura as doses certas de acção e secretismo, momentos-chave que criam elementos de andamento acelerado na história e uma série de tramas paralelas que contribuem para o enredo original (e que por vezes se interpelam, de forma a que quando algo novo ocorre em alguma delas, existe sempre um elemento de superação).
Quanto à trama principal (ou aquela que vou tomar como principal), gostei da personagem de Afonso Catalão e das suas várias dimensões, embora tenha ficado desiludida com o grande segredo que socorre este homem, uma vez que contava com algo mais original e diferenciado dos romances anteriores do autor. 
As caracterizações desta célula adormecida foram bem fundamentadas, plausíveis e capazes de gerar discussão, que é essencialmente o que a narrativa pede. Não me senti muito confortável com os mecanismos de ingnição das suas demonstrações públicas, porque na sua maioria foram todas rápidas, simplificadas e bastante semelhantes, e dado todo o tratamento cuidado ao longo do livro assim como a natureza sensível da narrativa, pareceu-me uma resposta demasiado fácil para os acontecimentos. Especialmente quando a fórmula de cativação se supõe a mesma para todos os membros, gerando algumas situações menos bem conseguidas no meu entender.
Senti também que por vezes surgiram alguns elementos que não me eram muito lógicos e que perfaziam o número somente para dar o salto estratégico para o avanço da narrativa, mas foram situações tão pontuais e menores que nunca estragaram a experiência de leitura. 
Olhando para trás agora após tantos meses, suponho que um dos factores que mais me entusiasmou e manteve agarrada à narrativa é a fórmula que o autor utiliza, e que por vezes me faz lembrar o Dan Brown (não porque sejam iguais, mas porque julgo que os seus fãs se sentiriam bastante confortáveis em ler os livros do Nuno Nepomuceno quando em busca de algo do mesmo género): um thriller onde há vários planos de acção, todos desvendados por camadas e perante a superação de obstáculo a obstáculo, com inimigos ocultos, romances algo inesperados que surgem por força de situações extremas onde só a confiança e a cumplicidade poderão salvar as personagens em perigo, uma eminência na temática principal que interliga de uma forma ou de outra todos os intervenientes da narrativa e uma série de informação didáctiva, importante, com capacidade de ensinar sem ser cansativa e aparecendo com esmero quase como se não fosse sua intenção estar presente, mas que não nos abandona a mente durante toda a narrativa.
Se gostam de livros deste género, escolham o "Célula Adormecida" do Nuno Nepomuceno, tirem a prova dos nove, e venham deixam a vossa opinião aqui nos comentários!

Boas leituras e boa semana para todos/as.
                                          

Cláudia
Sobre a autora:
 
Maratonista de bibliotecas, a Cláudia lê nos transportes públicos enquanto observa o Mundo pelo canto do olho. Defensora da sustentabilidade e do voluntariado, é tão fácil encontrá-la envolvida num novo projeto como a tagarelar sobre tudo e mais alguma coisa. É uma sonhadora e gosta de boas histórias, procurando-as em cada experiência que vive.

terça-feira, 21 de março de 2017

#On my shelf booktag 2

Voltamos ao desafio #onmyshelf que vimos no canal da Booktuber Ariel Bissett para que continuem a conhecer melhor as nossas estantes.

Regras:
1. Escolher uma combinação aleatória de dois números, o primeiro para prateleira, o segundo para o livro. Este passo foi realizado com a vossa ajuda na nossa página de Facebook!
2. Apresentar o livro.
3. Falar um pouco dele (se é dos favoritos, se ainda não o leram, porque foi comprado, etc)

8-8
The Ask and the Answer (Chaos Walking, #2)de Patrick Ness

Este é o segundo volume da trilogia Chaos Walking . Esta trilogia tem reviews fantásticas e foi por isso que quando a vi na loja de caridade a comprei. Ainda não a li mas está na minha lista para breve.





6-45
The Ill-Made Mute (The Bitterbynde, #1) de Cecilia Dart-Thornto

Esta foi a saga que embruxou uma das minhas amigas na Universidade. Ela não falava de mais nada e releu a saga umas três vezes enquanto esperava que a autora acabasse de escrever a sua nova saga.

Comprei este livro numa feira porque me lembrou dela mas ainda não tenho o resto da saga por isso só o vou ler quando tiver comprado todos os volumes.




8-22
Rato Picado de David Walliams (Editado em Portugal pela Porto Editora)

Quem nos segue sabe que gosto bastante de literatura infanto-juvenil e David Walliams é de momento um dos escritores infantis mais engraçados e que melhor compreende as crianças.
Li este livro e achei bastante engraçado!
Aqui vos deixo o resumo:
Aviso! Este livro está infestado de ratos! A Zoe é uma rapariga infeliz. A madrasta dela é tão preguiçosa que tem de ser ela a limpar-lhe o nariz. O fanfarrão da escola está sempre a cuspir-lhe no cabelo. Mas o pior é que Burt, o vendedor de hambúrgueres cego, quer roubar-lhe o rato de estimação. Não te queremos revelar os planos dele, mas o título do livro é capaz de ajudar…

4-29
The Worst Witch and the Wishing Star de Jill Murphy

A saga de Mildred Hubble é uma das minhas favoritas. Fiquei super animada quando soube que Jill Murphy ia lançar um novo livro e a autora não desapontou. Mildred volta com peripécias que só podiam ser suas e transporta-nos para um mundo onde crianças ainda são crianças e aprendem com os seus erros.

3-42

The Scandalous Sisterhood of Prickwillow Place de Julie Berry

Haverá algo melhor que policias passados em escolas vitorianas? Não para mim! Depois da saga A Murder Most Unladylike , esta irmandade é dos meus livros favoritos.
Confesso que a capa da imagem não é a que tenho, mas não é fantástica? O que me atraiu neste livro foi a premissa: a 'Irmandade' é no fundo um grupo de rapariga que estão a ser ensinadas a ser 'senhoras decentes' pela sua preceptora na casa desta, que é um colégio privado, mas um dia ao almoço a preceptora cai morta no chão. As raparigas, que não querem voltar para as suas respectivas casas pelos mais variados motivos, decidem juntar-se e levar à frente um plano. Não contar a ninguém que a sua preceptora morreu e continuarem a viver na casa/escola. Como as coisas nunca são fáceis vários problemas surgem e aí começa o nosso divertimento como leitores.
Este foi um dos livros que mais gostei de ler em 2016!

segunda-feira, 20 de março de 2017

Passatempo: Filhos do Vento e do Mar, de Sandra Carvalho (Editorial Presença)

Estavam com saudades da Sandra Carvalho?


A autora portuguesa já conhecida pela "Saga das Pedras Mágicas" (Editorial Presença) e que acompanhou muitos jovens adultos nos últimos anos. "Filhos do Vento e do Mar" é a continuação da trilogia "Crónicas da Terra e do Mar", que se aventura pela descoberta dos Açores. História, magia e acção, num único livro!

Habilitem-se a ganhar um exemplar deste livro e preencham o formulário que se segue.


 Resumo: Forçadas a fugir de Águas Santas para escapar à fúria de Tomás Rebelo, Leonor e Guida chegam ao porto de Lisboa e confrontam-se com Corvo, o famoso pirata sobre o qual se contam tantas lendas. Horrorizada com a descoberta de que é filha de Diogo, o Açor, Leonor decide disfarçar-se de rapaz quando Corvo a obriga a embarcar no seu navio, protegendo-se assim dos impulsos masculinos. Inconformada com o seu destino, Leonor resolve fazer tudo para escapar aos piratas. Porém, com o passar do tempo, sente a herança do Açor a despertar dentro dela. O segredo que ensombra o passado de Corvo começa a inflamar a sua curiosidade, enquanto estabelece amizade com os homens que tanto temia. Conseguirá ela regressar a Águas Santas e desmascarar a perversidade de Tomás Rebelo, ou o apelo da liberdade e da aventura, conjugado com a vontade de conhecer o seu verdadeiro pai, tornar-se-á irresistível?
Sandra Carvalho é uma das autoras portuguesas mais conceituadas do romance fantástico. A Saga das
Pedras Mágicas, que a Presença publicou também na coleção «Via Láctea», e que é constituída pelos títulos A Última Feiticeira, O Guerreiro Lobo, Lágrimas do Sol e da Lua, O Círculo do Medo, Os Três Reinos, A
Sacerdotisa dos Penhascos, O Filho do Dragão e Sombras da Noite Branca, conquistou um vasto número de fãs entre os apreciadores do género. Depois de O Olhar do Açor, Filhos do Vento e do Mar é o segundo volume das Crónicas da Terra e do Mar, ao qual se seguirá o terceiro e último volume.

«Estas e outras novidades no site da Editorial Presença aqui» 

Regras do passatempo
1) O passatempo decorre até às 23h59 do dia 26 de março de 2017.
2) Todos os dados solicitados (incluindo Nick de Seguidor) devem ser devidamente preenchidos e completos.
3) Só será aceite uma participação por pessoa.
4) O passatempo funciona para todo o território português (Portugal Continental e Ilhas).
5) O/A vencedor/a será sorteado de forma aleatória (random.org), sendo o resultado anunciado na página do blog e o contacto efectuado por e-mail.
6) O Encruzilhadas Literárias e/ou a Editora não se responsabilizam pelo extravio ou danos causados pelos CTT nas encomendas enviadas.